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O Mi­nis­té­rio da Eco­no­mia sus­pen­deu a di­vul­ga­ção dos da­dos do Ca­das­tro Ge­ral de Em­pre­ga­dos e De­sem­pre­ga­dos (Ca­ged) re­fe­ren­tes aos me­ses de ja­nei­ro e fe­ve­rei­ro. A Se­cre­ta­ria Es­pe­ci­al de Pre­vi­dên­cia e Tra­ba­lho da pas­ta in­for­mou nes­ta segunda-​feira (30) que a au­sên­cia de pres­ta­ção de in­for­ma­ções so­bre ad­mis­sões e de­mis­sões por par­te das em­pre­sas in­vi­a­bi­li­zou a con­so­li­da­ção dos da­dos.

Por­tal Bra­sil

O ca­das­tro re­gis­tra ad­mis­sões e dis­pen­sa de em­pre­ga­dos sob o re­gi­me da Con­so­li­da­ção das Leis do Tra­ba­lho (CLT). É uti­li­za­do pe­lo Pro­gra­ma de Seguro-​Desemprego pa­ra con­fe­rir os da­dos re­fe­ren­tes aos vín­cu­los tra­ba­lhis­tas e ser­ve, ain­da, co­mo ba­se pa­ra a ela­bo­ra­ção de es­tu­dos, pes­qui­sas, pro­je­tos e pro­gra­mas li­ga­dos ao mer­ca­do de tra­ba­lho.
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BNDES anuncia R$ 55 bilhões para combate ao coronavírus

segunda-feira, 23 de março de 2020 12:16 Notícias

O Ban­co Na­ci­o­nal de De­sen­vol­vi­men­to Econô­mi­co e So­ci­al (BNDES) anun­ci­ou na tar­de des­te do­min­go (22) qua­tro me­di­das pa­ra aque­cer a eco­no­mia du­ran­te a cri­se do co­ro­na­ví­rus. O vo­lu­me de di­nhei­ro pre­vis­to com as ini­ci­a­ti­vas to­ta­li­za R$ 55 bi­lhões.

Agên­cia Bra­sil


O presidente do BNDES, Gustavo Montezano

As ações con­sis­tem na am­pli­a­ção de cré­di­to e con­di­ções mais van­ta­jo­sas pa­ra pa­ga­men­to de ju­ros. Não há du­ra­ção pré-​definida e as me­di­das irão va­ler en­quan­to du­rar a cri­se. O anún­cio foi fei­to por meio de trans­mis­são no You­Tu­be e con­tou com a par­ti­ci­pa­ção do pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro tam­bém.
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O dó­lar co­mer­ci­al fe­chou es­ta segunda-​feira (16) co­ta­do a R$ 5,04. É a pri­mei­ra vez que pre­ço da mo­e­da ame­ri­ca­na en­cer­ra o dia aci­ma do pa­ta­mar dos R$ 5. Nas ca­sas de câm­bio, o va­lor re­gis­tra­do foi bem mais al­to e che­gou a ser ven­di­do a R$ 5,20.

Agên­cia Bra­sil

Além da dis­pa­ra­da do dó­lar, a segunda-​feira tam­bém foi mar­ca­da pe­la que­da da Bol­sa bra­si­lei­ra. O Ibo­ves­pa caiu qua­se 14% e, mais uma vez, o cir­cuit bre­a­ker pre­ci­sou ser ati­va­do pa­ra sus­pen­der os ne­gó­ci­os. Com a que­da, a bol­sa fe­chou o dia em 71.168 pon­tos.
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“Va­mos in­je­tar R$ 147,3 bi­lhões na eco­no­mia”, anun­ci­ou o mi­nis­tro da Eco­no­mia, Pau­lo Gue­des, nes­ta segunda-​feira (16) em Bra­sí­lia du­ran­te co­le­ti­va de apre­sen­ta­ção das me­di­das pa­ra re­du­zir os im­pac­tos do co­ro­na­ví­rus na eco­no­mia bra­si­lei­ra.

Re­pro­du­ção


Equipe econômica anuncia medidas para reduzir impactos do coronavírus na economia

Se­gun­do Gue­des, os qua­se R$ 150 bi­lhões são ne­ces­sá­ri­os pa­ra dar um “contra-​choque” na cri­se glo­bal de saú­de. Além des­se mon­tan­te, o mi­nis­tro de­fen­deu três me­di­das con­si­de­ra­das es­tru­tu­ran­tes pa­ra dar es­pa­ço fis­cal e ca­pa­ci­da­de or­ça­men­tá­ria a es­ta­dos e mu­ni­cí­pi­os: as re­for­mas es­tru­tu­ran­tes, o Pro­je­to de Lei da Ele­tro­bras e o Pla­no Man­su­e­to.
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O Mi­nis­té­rio da Eco­no­mia anun­ci­ou me­di­das pa­ra com­ba­ter o im­pac­to que o co­ro­na­ví­rus tem tra­zi­do pa­ra a eco­no­mia bra­si­lei­ra. Uma das me­di­das se­rá a an­te­ci­pa­ção do pa­ga­men­to de R$ 23 bi­lhões re­fe­ren­tes a par­ce­la de 50% do 13º sa­lá­rio aos apo­sen­ta­dos e pen­si­o­nis­tas do INSS. O mi­nis­tro Pau­lo Gue­des foi mui­to cri­ti­ca­do na noi­te de on­tem (11), quan­do, em reu­nião de emer­gên­cia na Câ­ma­ra pa­ra tra­tar dos im­pac­tos do ví­rus, fa­lou ape­nas das re­for­mas. “Ele não apre­sen­tou ne­nhu­ma me­di­da prá­ti­ca”, se quei­xou a lí­der do Ci­da­da­nia no Se­na­do, Eli­zi­a­ne Ga­ma (MA).

EBC


Governo vai antecipar para abril o pagamento de R$ 23 bilhões referentes a parcela de 50% do 13º salário aos aposentados e pensionistas do INSS

Co­mo res­pos­ta às crí­ti­cas, o mi­nis­té­rio ins­ti­tuiu tam­bém um gru­po de mo­ni­to­ra­men­to dos im­pac­tos econô­mi­cos da pan­de­mia do Covid-​19. O gru­po se­rá cons­ti­tuí­do por re­pre­sen­tan­tes de to­das as Se­cre­ta­ri­as Es­pe­ci­ais e se­rá co­or­de­na­do pe­lo Secretário-​Executivo, Mar­ce­lo Gua­ranys. As di­re­tri­zes das me­di­das a se­rem ins­ti­tuí­das se­rão ba­se­a­das nas de­ci­sões do Mi­nis­té­rio da Saú­de, em li­nha com a Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca.
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Os ca­mi­nho­nei­ros de­vem man­ter o pro­tes­to pre­vis­to pa­ra es­ta quarta-​feira (19), mes­mo com o adi­a­men­to do jul­ga­men­to no Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF) so­bre a cons­ti­tu­ci­o­na­li­da­de da ta­be­la do fre­te. A in­for­ma­ção é do pre­si­den­te da As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra dos Con­du­to­res de Veí­cu­los Au­to­mo­to­res (Abra­va), Wa­la­ce Lan­dim, mais co­nhe­ci­do co­mo Cho­rão.

To­maz Silva/​Agência Bra­sil


Caminhoneiros fizeram greve entre maio e junho do ano passado

Em en­tre­vis­ta ao Con­gres­so em Fo­co nes­ta segunda-​feira (17), o lí­der sin­di­cal ex­pli­cou que a pa­ra­li­sa­ção es­ta­va pre­vis­ta pa­ra mos­trar à so­ci­e­da­de a im­por­tân­cia e a união da ca­te­go­ria, du­ran­te o jul­ga­men­to do me­ca­nis­mo que de­li­mi­ta o va­lor mí­ni­mo dos ser­vi­ços pres­ta­dos pe­los ca­mi­nho­nei­ros.
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Go­ver­na­do­res de to­do o país se reú­nem nes­ta terça-​feira (11), em Bra­sí­lia, no pri­mei­ro en­con­tro des­te ano dos che­fes do Exe­cu­ti­vo es­ta­du­al. A lis­ta de as­sun­tos a se­rem tra­ta­dos é ex­ten­sa. En­tre os te­mas a se­rem de­ba­ti­dos es­tão o pre­ço dos com­bus­tí­veis, a se­gu­ran­ça pú­bli­ca, a re­no­va­ção do Fun­deb, o Fun­do de Par­ti­ci­pa­ção dos Es­ta­dos, o Pla­no Mais Bra­sil, a se­cu­ri­ti­za­ção das dí­vi­das e a dis­tri­bui­ção dos royal­ti­es de pe­tró­leo.

Agên­cia Bra­sil

No ca­so dos com­bus­tí­veis, os go­ver­na­do­res vão dis­cu­tir o per­cen­tu­al do ICMS co­bra­do do pro­du­to. O as­sun­to ga­nhou o no­ti­ciá­rio nos úl­ti­mos di­as após o pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro di­zer que ze­ra­ria os im­pos­tos fe­de­rais so­bre os com­bus­tí­veis se os es­ta­dos fi­zes­sem o mes­mo com o im­pos­to es­ta­du­al.
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O Co­mi­tê de Po­lí­ti­ca Mo­ne­tá­ria (Co­pom) do Ban­co Cen­tral re­du­ziu de 4,5% pa­ra 4,25% ao ano a ta­xa bá­si­ca de ju­ros, a Se­lic. O no­vo ín­di­ce é o me­nor da sé­rie his­tó­ri­ca, ini­ci­a­da em 1986. Es­sa é a quin­ta bai­xa con­se­cu­ti­va da ta­xa, usa­da pa­ra con­tro­lar a in­fla­ção. Em no­ta, o co­mi­tê si­na­li­za com a in­ter­rup­ção do cor­te.

BC


Banco Central reduziu a taxa Selic pela quinta vez consecutiva

“O Co­pom en­ten­de que o atu­al es­tá­gio do ci­clo econô­mi­co re­co­men­da cau­te­la na con­du­ção da po­lí­ti­ca mo­ne­tá­ria. Con­si­de­ran­do os efei­tos de­fa­sa­dos do ci­clo de afrou­xa­men­to ini­ci­a­do em ju­lho de 2019, o co­mi­tê vê co­mo ade­qua­da a in­ter­rup­ção do pro­ces­so de fle­xi­bi­li­za­ção mo­ne­tá­ria”, des­ta­ca o tex­to.
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O re­a­jus­te do sa­lá­rio mí­ni­mo, que ele­vou o va­lor pre­vis­to de R$ 1.039 pa­ra R$ 1.045, vai le­var o mi­nis­té­rio da Eco­no­mia a cor­tar gas­tos com des­pe­sas não obri­ga­tó­ri­as, co­mo in­ves­ti­men­to e cus­teio da má­qui­na pú­bli­ca, de acor­do com fon­tes do go­ver­no.

Reprodução/​Congresso em Fo­co

A di­fe­ren­ça de va­lor ocor­reu por­que a in­fla­ção re­al foi mai­or que a pre­vis­ta e te­rá um im­pac­to de R$ 2,13 bi­lhões nas con­tas pú­bli­cas – pa­ra ca­da R$ 1 a mais no pi­so, o go­ver­no tem que gas­tar R$ 355 mi­lhões, uma vez que ou­tros be­ne­fí­ci­os são in­de­xa­dos ao sa­lá­rio mí­ni­mo.
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Des­de a se­gun­da quin­ze­na de de­zem­bro, o mi­nis­té­rio tem re­ce­bi­do re­la­tos de tra­ba­lha­do­res que fi­ze­ram o sa­que ime­di­a­to (de até R$ 998 por con­ta ati­va e ina­ti­va) do Fun­do de Ga­ran­tia do Tem­po de Ser­vi­ço (FGTS) após te­rem si­do dis­pen­sa­dos e fi­ca­ram com a li­be­ra­ção do seguro-​desemprego tra­va­da.

Pi­xa­bay

Pe­lo pro­ce­di­men­to tra­di­ci­o­nal, o be­ne­fí­cio só é au­to­ma­ti­ca­men­te li­be­ra­do quan­do o re­gis­tro mais re­cen­te nas ba­ses de da­dos do FGTS in­di­ca de­mis­são sem jus­ta cau­sa. A con­sul­ta é fei­ta pa­ra evi­tar frau­des e as­se­gu­rar se o em­pre­ga­do dis­pen­sa­do re­al­men­te po­de re­ce­ber o be­ne­fí­cio. Si­tu­a­ções co­mo de­mis­são por jus­ta cau­sa ou fim de con­tra­to tem­po­rá­rio não dão di­rei­to ao se­gu­ro.
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