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O Ín­di­ce Ge­ral de Pre­ços – Mer­ca­do (IGP-​M), usa­do no re­a­jus­te dos con­tra­tos de alu­guel, re­gis­trou in­fla­ção de 0,92% em abril, per­cen­tu­al in­fe­ri­or ao ob­ser­va­do em mar­ço (1,26%). Se­gun­do in­for­mou ho­je (29), no Rio de Ja­nei­ro, a Fun­da­ção Ge­tu­lio Var­gas (FGV), o IGP-​M acu­mu­la in­fla­ção de 3,1% no ano e de 8,64% nos úl­ti­mos 12 me­ses.

Wil­son Dias/​Agência Bra­sil


Inflação do aluguel caiu de 1,26% em março para 0,92% em abril. Acumulado em 12 meses é de 8,64%

A que­da da ta­xa de mar­ço pa­ra abril foi pro­vo­ca­da pe­los pre­ços no ata­ca­do. A in­fla­ção do Ín­di­ce de Pre­ços ao Pro­du­tor Am­plo, que me­de o ata­ca­do, re­cu­ou de 1,67% em mar­ço pa­ra 1,07% em abril.
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O pre­si­den­te da Pe­tro­bras, Ro­ber­to Cas­tel­lo Bran­co, anun­ci­ou au­men­to de R$ 0,10 por li­tro de di­e­sel nas re­fi­na­ri­as. Se­gun­do ele, a po­lí­ti­ca de pre­ços da es­ta­tal acom­pa­nha­rá a va­ri­a­ção do com­bus­tí­vel no mer­ca­do in­ter­na­ci­o­nal, mas a pe­ri­o­di­ci­da­de dos re­a­jus­tes não se­rá ime­di­a­ta.

Fer­nan­do Fra­zão­A­gên­cia Bra­sil


O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, fala à imprensa na sede da companhia, no Rio de Janeiro

O va­lor do di­e­sel su­bi­rá dos atu­ais R$ 2,14 pa­ra R$ 2,24, em mé­dia, nos 35 pon­tos de dis­tri­bui­ção no país. Cas­tel­lo Bran­co anun­ci­ou o re­a­jus­te em en­tre­vis­ta à im­pren­sa às 18h50 des­ta quarta-​feira (17), na se­de da com­pa­nhia, no cen­tro do Rio. Ele afir­mou que nem o pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro sa­bia com an­te­ce­dên­cia do re­a­jus­te.
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Pu­xa­do pe­la cri­se po­lí­ti­ca, o dó­lar co­mer­ci­al su­biu e che­gou a ba­ter, nes­ta ma­nhã, pe­la pri­mei­ra vez des­de 1º de ou­tu­bro de 2018, na ca­sa dos R$ 4,00. Na aber­tu­ra da ses­são, a co­ta­ção che­gou a R$ 4,0156. Às 9h45, es­ta­va em R$ 3,9648, al­ta de 0,25%. A mo­e­da norte-​americana fe­chou on­tem em R$ 3,9548, o mai­or va­lor tam­bém des­de 1º de ou­tu­bro, quan­do atin­giu R$ 4,0174. Na épo­ca, vivia-​se a in­cer­te­za do ce­ná­rio elei­to­ral.

Arquivo/​EBC

O au­men­to na co­ta­ção es­tá as­so­ci­a­do à que­da de bra­ço en­tre os pre­si­den­tes da Re­pú­bli­ca, Jair Bol­so­na­ro, e da Câ­ma­ra, Ro­dri­go Maia (DEM-​RJ), e às di­fi­cul­da­des ca­da vez mai­o­res en­fren­ta­das pe­lo go­ver­no pa­ra apro­var a re­for­ma da Pre­vi­dên­cia no Con­gres­so. Prin­ci­pal apos­ta do mer­ca­do pa­ra a apro­va­ção da re­for­ma, o mi­nis­tro da Eco­no­mia, Pau­lo Gue­des, ad­mi­tiu on­tem que po­de dei­xar o car­go se os par­la­men­ta­res não qui­se­rem vo­tar a pro­pos­ta. “Se nin­guém qui­ser o ser­vi­ço, vai ser um pra­zer ter ten­ta­do, mas não te­nho ape­go ao car­go, de­se­jo de fi­car a qual­quer cus­to”, afir­mou.
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O pre­si­den­te da Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos, Ro­dri­go Maia, te­rá reu­nião com o mi­nis­tro da Eco­no­mia, Pau­lo Gue­des, nes­ta terça-​feira (5), às 15h, em Bra­sí­lia. Eles de­vem dis­cu­tir as pro­pos­tas de re­for­ma da Pre­vi­dên­cia e de ajus­te fis­cal.

Mar­cos Corrêa/​PR


Guedes deve se reunir nesta semana com várias autoridades para falar da reforma

Na úl­ti­ma se­gun­da (4), na pri­mei­ra ses­são do Con­gres­so Na­ci­o­nal, Maia afir­mou que se­rão pri­o­ri­tá­ri­os te­mas co­mo as re­for­mas da Pre­vi­dên­cia e tri­bu­tá­ria, a re­to­ma­da do cres­ci­men­to econô­mi­co, a re­du­ção da vi­o­lên­cia e o com­ba­te à cor­rup­ção.
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“Gu­ru econô­mi­co” do pre­si­den­te elei­to Jair Bol­so­na­ro (PSL), Pau­lo Gue­des con­fir­mou nes­ta terça-​feira (20) a cri­a­ção da cha­ma­da Se­cre­ta­ria de Pri­va­ti­za­ções. A es­tru­tu­ra co­me­ça­rá su­as ati­vi­da­des em 2019, em da­ta ain­da não de­fi­ni­da, e te­rá co­mo ob­je­ti­vo cen­tral ace­le­rar o pro­gra­ma de de­ses­ta­ti­za­ções. A con­fir­ma­ção foi fei­ta pe­lo eco­no­mis­ta ao che­gar ao Cen­tro Cul­tu­ral do Ban­co do Bra­sil (CCBB), on­de mem­bros da equi­pe de tran­si­ção de go­ver­no se reú­nem em Bra­sí­lia.

Mar­ce­lo Camargo/​Agência Bra­sil


Paulo Guedes não quis detalhar funcionamento do novo órgão ou data de início dos trabalhos

Es­ca­la­do pa­ra che­fi­ar o “su­per­mi­nis­té­rio da Eco­no­mia”, que vai reu­nir as pas­tas da Fa­zen­da, do Pla­ne­ja­men­to e de In­dús­tria, Co­mér­cio Ex­te­ri­or e Ser­vi­ços, Pau­lo Gue­des não quis adi­an­tar de­ta­lhes so­bre a Se­cre­ta­ria de Pri­va­ti­za­ções. Além de pri­o­ri­zar as de­ses­ta­ti­za­ções, o que se sa­be, por en­quan­to, é que o ór­gão se­rá di­re­ta­men­te vin­cu­la­do ao Mi­nis­té­rio da Eco­no­mia.
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O Pro­du­to In­ter­no Bru­to (PIB), que é a so­ma de to­dos os bens e ser­vi­ços pro­du­zi­dos no país, caiu 0,5% no tri­mes­tre en­cer­ra­do em ju­lho, na com­pa­ra­ção com o tri­mes­tre en­cer­ra­do em abril. O da­do é do Mo­ni­tor do PIB, di­vul­ga­do ho­je (19) pe­la Fun­da­ção Ge­tu­lio Var­gas (FGV).

Agên­cia Câ­ma­ra

Na com­pa­ra­ção com o tri­mes­tre en­cer­ra­do em ju­lho de 2017, no en­tan­to, hou­ve um cres­ci­men­to de 0,5%. Considerando-​se ape­nas o mês de ju­lho, hou­ve al­tas de 0,4% na com­pa­ra­ção com ju­nho des­te ano e de 2,2% em re­la­ção a ju­nho do ano pas­sa­do. Em 12 me­ses, o PIB acu­mu­la al­ta de 1,5%, de acor­do com a pes­qui­sa da FGV.

A que­da de 0,5% na com­pa­ra­ção com o tri­mes­tre en­cer­ra­do em abril foi pu­xa­da pe­la in­dús­tria (-1,9%) e pe­los ser­vi­ços (-0,4%). A agro­pe­cuá­ria foi o úni­co dos gran­des se­to­res pro­du­ti­vos com al­ta (2,8%).
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Mes­mo em ce­ná­rio de cri­se econô­mi­ca e fal­ta de re­cur­sos em cai­xa, o Con­gres­so vem apro­van­do uma sé­rie de pro­je­tos que au­men­tam des­pe­sas e di­mi­nu­em re­cei­tas. O im­pac­to po­de ul­tra­pas­sar os R$ 100 bi­lhões nos pró­xi­mos anos, se­gun­do o Es­ta­dão.

Edil­son Rodrigues/​Agência Se­na­do


Eunício Oliveira, presidente do Senado, disse que "pauta-bomba" veio do próprio governo

Um dos úl­ti­mos pro­je­tos apro­va­dos que irão im­pac­tar as con­tas pú­bli­cas é o que man­te­ve be­ne­fí­ci­os tri­bu­tá­ri­os a in­dús­tri­as de re­fri­ge­ran­tes da Zo­na Fran­ca de Ma­naus. O im­pac­to é de R$ 1,78 bi­lhão por ano.

As prin­ci­pais per­das são: com­pen­sa­ção aos Es­ta­dos pe­la União da de­so­ne­ra­ção do ICMS so­bre ex­por­ta­ções (R$ 39 bi­lhões por ano); be­ne­fí­ci­os pa­ra ca­mi­nho­nei­ros (R$ 27 bi­lhões até 2020); o Re­fis pa­ra dí­vi­das com Fun­ru­ral (R$ 13 bi­lhões em 2018); e Re­fis pa­ra em­pre­sas do Sim­ples (R$ 7,8 mi­lhões).
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Pes­qui­sa Da­ta­fo­lha in­di­ca que 62% dos jo­vens en­tre 16 e 24 anos mu­da­ri­am de país se pu­des­sem. O per­cen­tu­al equi­va­le a 19 mi­lhões de pes­so­as, a mes­ma po­pu­la­ção de Mi­nas Ge­rais. Re­por­ta­gem pu­bli­ca­da pe­la Fo­lha de S.Paulo mos­tra que o grau de in­sa­tis­fa­ção com o país é gran­de não só en­tre jo­vens, mas tam­bém en­tre a po­pu­la­ção adul­ta e as clas­ses A e B.

EBC


Entre os principais destinos desejados por quem quer deixar o país estão os Estados Unidos, Portugal, Canadá e Espanha

De acor­do com o le­van­ta­men­to, o êxo­do tam­bém é de­se­jo de 43% da po­pu­la­ção adul­ta, o que re­pre­sen­ta cer­ca de 70 mi­lhões de bra­si­lei­ros com mais de 16 anos. Se­gun­do a Fo­lha, é cres­cen­te o nú­me­ro de bra­si­lei­ros que têm se mo­vi­men­ta­do pa­ra dei­xar o país. O to­tal de vis­tos pa­ra imi­gran­tes bra­si­lei­ros nos Es­ta­dos Uni­dos do­brou, de 2008, ano da cri­se glo­bal, pa­ra 2017.
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Os ca­mi­nho­nei­ros en­tra­ram ho­je (24) no quar­to dia de ma­ni­fes­ta­ções con­tra o pre­ço ele­va­do dos com­bus­tí­veis. No Rio de Ja­nei­ro, a ca­te­go­ria faz atos de pro­tes­tos em 14 pon­tos em cin­co ro­do­vi­as fe­de­rais que cor­tam o es­ta­do. De acor­do com a Po­lí­cia Ro­do­viá­ria Fe­de­ral, a mai­o­ria das ma­ni­fes­ta­ções ocor­re nos acos­ta­men­tos, on­de os ca­mi­nho­nei­ros pa­ram os veí­cu­los em fi­la.

Mar­cel­lo Ca­sal Jr./Agência Bra­sil


População faz fila nos postos de Brasília; combustível começa a faltar

Mas, a Via Du­tra (BR-​116), no km 204, em Se­ro­pé­di­ca, es­tá ape­nas com uma fai­xa li­be­ra­da, a da es­quer­da. O trá­fe­go é len­to nes­se tre­cho, as­sim co­mo em Bar­ra Man­sa, na al­tu­ra dos km 267, 269, 274 e 276. Ou­tros pon­tos de ma­ni­fes­ta­ção são: BR-​101 Nor­te (em Cam­pos, no km 75); BR-​101 Niterói-​Manilha (Ita­bo­raí, en­tre kms 296 e 297); BR-​493 (Ita­bo­raí, pró­xi­mo a Tre­vo da Ma­ni­lha); BR-​393 (em Pa­raí­ba do Sul, no km 182; em Vol­ta Re­don­da, no km 281; e em Bar­ra do Pi­raí, no km 247); BR-​465 (em No­va Igua­çu, no km 17) e BR-​116 Rio-​Teresópolis (em Gua­pi­mi­rim, no km 104, e, em Te­re­só­po­lis, no km 54).
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Após ca­os pro­vo­ca­do pe­la pa­ra­li­sa­ção dos ca­mi­nho­nei­ros, o pre­si­den­te da Pe­tro­bras, Pe­dro Pa­ren­te, anun­ci­ou na noi­te des­ta quarta-​feira (23) que a es­ta­tal re­du­zi­rá o va­lor do di­e­sel em 10%, o equi­va­len­te a R$ 0,23 cen­ta­vos, e con­ge­la­rá o pre­ço de ven­da da pe­tro­lei­ra nas re­fi­na­ri­as, R$ 2,10 sem tri­bu­tos, pe­los pró­xi­mos 15 di­as.

Agên­cia Bra­sil


De acordo com a estatal, a medida não altera a política de preços adotada desde o ano passado

“Não ti­ve­mos pres­sões do go­ver­no ou de mo­vi­men­tos so­ci­ais. Es­ta­mos fa­zen­do uma ava­li­a­ção re­a­lis­ta da si­tu­a­ção do país”, dis­se Pa­ren­te em en­tre­vis­ta à im­pren­sa pa­ra co­mu­ni­car a de­ci­são. On­tem (terça-​feira, 23), o pre­si­den­te da Pe­tro­bras se reu­niu em Bra­sí­lia com os mi­nis­tros da Fa­zen­da, Edu­ar­do Guar­dia, e de Mi­nas e Ener­gia, Mo­rei­ra Fran­co. Na oca­sião, ele ga­ran­tiu que a po­lí­ti­ca de re­a­jus­tes dos pre­ços de com­bus­tí­veis da em­pre­sa não se­ria al­te­ra­da.
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