Arquivos de Eleições 2018

A procuradora-​geral da Re­pú­bli­ca, Ra­quel Dod­ge, de­ve pe­dir nes­ta terça-​feira (4) ao Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE) que man­de o PT de­vol­ver R$ 20 mi­lhões do fun­do elei­to­ral do­a­dos à can­di­da­tu­ra do ex-​presidente Lu­la. Até o mo­men­to, cam­pa­nha gas­tou R$ 14,4 mi­lhões com pro­gra­mas de rá­dio e TV. As in­for­ma­ções são da co­lu­na Pai­nel, da Fo­lha de S.Paulo.

Agên­cia Brasil/​EBC


No fim de julho, em entrevista coletiva, Raquel disse que cobraria o ressarcimento de recursos públicos usados nas campanhas de candidatos inelegíveis

A pos­si­bi­li­da­de de de­vo­lu­ção dos re­cur­sos che­gou a ser ven­ti­la­da du­ran­te o jul­ga­men­to que ne­gou o re­gis­tro ao pe­tis­ta, mas não che­gou a ser apre­ci­a­da pe­los mi­nis­tros. Pre­so des­de abril, Lu­la foi bar­ra­do pe­lo TSE com ba­se na Lei da Fi­cha Lim­pa por ter con­de­na­ção em ór­gão co­le­gi­a­do (TRF-​4) por cor­rup­ção e la­va­gem de di­nhei­ro.
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A di­re­ção do PT anun­ci­ou ho­je (3) que pre­ten­de re­cor­rer no­va­men­te ao Co­mi­tê de Di­rei­tos Hu­ma­nos da Or­ga­ni­za­ção das Na­ções Uni­das (ONU) pa­ra que o ex-​presidente Luiz Iná­cio Lu­la da Sil­va con­si­ga ser re­gis­tra­do co­mo can­di­da­to à Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca nas elei­ções de ou­tu­bro.

Di­vul­ga­ção


O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas já pediu que o governo brasileiro reconheça os direitos políticos de Lula

O PT pre­pa­ra ain­da dois re­cur­sos ao Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF), abor­dan­do ques­tões elei­to­rais e cri­mi­nais, pa­ra que não ocor­ra a ne­ces­si­da­de de subs­ti­tui­ção do no­me na cha­pa no pra­zo de dez di­as, con­for­me de­fi­ni­do pe­lo Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE), que ne­gou o pe­di­do de can­di­da­tu­ra na úl­ti­ma sexta-​feira (31).
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O mi­nis­tro Luís Fe­li­pe Sa­lo­mão, do Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE), de­ter­mi­nou que o PT sus­pen­sa a vei­cu­la­ção de pro­pa­gan­da no ho­rá­rio elei­to­ral que apre­sen­ta o ex-​presidente Luiz Iná­cio Lu­la da Sil­va co­mo can­di­da­to à Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca. Na de­ci­são li­mi­nar (pro­vi­só­ria) ele es­ti­pu­lou mul­ta de R$ 500 mil em ca­so de des­cum­pri­men­to.

Ser­gio Amaral/​STJ


“As transcrições do programa de rádio veiculado não parecem deixar margem a dúvidas, no sentido de que estão sendo descumpridas as deliberações do colegiado”, disse o ministro Luis Felipe Salomão em decisão

Na de­ci­são, o mi­nis­tro acei­tou os ar­gu­men­tos do Par­ti­do No­vo, de que a pro­pa­gan­da do PT des­cum­priu de­ci­são do ple­ná­rio do TSE, que proi­biu o par­ti­do de apre­sen­tar Lu­la co­mo can­di­da­to, uma vez que ele te­ve sua can­di­da­tu­ra bar­ra­da pe­la Jus­ti­ça Elei­to­ral.

“As trans­cri­ções do pro­gra­ma de rá­dio vei­cu­la­do não pa­re­cem dei­xar mar­gem a dú­vi­das, no sen­ti­do de que es­tão sen­do des­cum­pri­das as de­li­be­ra­ções do co­le­gi­a­do”, es­cre­veu Sa­lo­mão.
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Por 6 vo­tos a 1, o Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE) de­ci­diu na noi­te des­sa terça-​feira (28) ne­gar pe­di­do fei­to pe­lo PT pa­ra que as emis­so­ras de te­le­vi­são fa­çam a co­ber­tu­ra da cam­pa­nha pre­si­den­ci­al do par­ti­do.

Ri­car­do Stuc­kert


Para o PT, como candidato registrado no TSE, Lula tem direito de participar da cobertura jornalística das eleições, mesmo preso

O TSE jul­gou o re­cur­so da co­li­ga­ção “O Po­vo Fe­liz de No­vo”, com­pos­ta pe­lo PT, PC­doB e Pros, que tem o ex-​presidente Lu­la co­mo can­di­da­to à pre­si­dên­cia e o ex-​prefeito de São Pau­lo Fer­nan­do Had­dad co­mo vi­ce. An­tes da de­ci­são de on­tem, o mi­nis­tro Ser­gio Ba­nhos ti­nha re­jei­ta­do o mes­mo pe­di­do de for­ma in­di­vi­du­al.
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Ter­cei­ro pre­si­den­ciá­vel en­tre­vis­ta­do do Jor­nal Na­ci­o­nal des­ta se­ma­na, o tu­ca­no Ge­ral­do Alck­min te­ve de ex­pli­car, du­ran­te a pri­mei­ra me­ta­de da sa­ba­ti­na, su­as ali­an­ças, de­fe­sa e com­pla­cên­cia com com­pa­nhei­ros en­vol­vi­dos em es­cân­da­los de cor­rup­ção.

Reprodução/​Rede Glo­bo


O candidato tucano à Presidência da República foi pressionado para explicar sua proximidade e a defesa que faz de aliados acusados de corrupção

Até os 15 mi­nu­tos da en­tre­vis­ta - que du­rou 27 mi­nu­tos, mes­mo tem­po que ti­ve­ram Ci­ro Go­mes (PDT) e Jair Bol­so­na­ro (PSL) -, o ex-​governador de São Pau­lo foi ins­ta­do a res­pon­der so­bre su­as ali­an­ças com os par­ti­dos do cha­ma­do “Cen­trão” - que reú­ne par­ti­dos com ca­ci­ques en­vol­vi­dos na La­va Ja­to -, por de­fen­der seu ex-​secretário de Trans­por­tes, pre­so por sus­pei­ta de en­vol­vi­men­to em es­que­ma nas obras do Ro­do­a­nel, e pe­la inér­cia do par­ti­do em re­la­ção a Aé­cio Ne­ves, réu por cor­rup­ção no Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF) e Edu­ar­do Aze­re­do, pre­so des­de maio após con­de­na­ção no men­sa­lão tu­ca­no.

Ques­ti­o­na­do so­bre Aé­cio e Aze­re­do, Alck­min afir­mou que o par­ti­do “não pas­sa a mão na ca­be­ça de nin­guém” e que Aé­cio ain­da es­tá sen­do in­ves­ti­ga­do, e não foi con­de­na­do. Já so­bre Aze­re­do, ten­tou des­vi­ar afir­man­do que o tu­ca­no, atu­al­men­te pre­so, es­tá “afas­ta­do da vi­da pú­bli­ca há 10 anos”. Pres­si­o­na­do, dis­se que Aze­re­do vai pe­dir seu pró­prio des­li­ga­men­to do par­ti­do.
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O “Pro­gra­ma No­me Lim­po”, pro­pos­ta de cam­pa­nha do can­di­da­to a pre­si­den­te pe­lo PDT, Ci­ro Go­mes, pa­ra aju­dar a lim­par o no­me de 63 mi­lhões de pes­so­as en­di­vi­da­das no SPC e na Se­ra­sa, es­ti­ma con­se­guir um des­con­to mé­dio de cer­ca de 70% no va­lor das dí­vi­das.

Jo­sé Cruz/​Agência Bra­sil


Ciro Gomes entregou cartilha do programa ao apresentador do Jornal Nacional William Bonner

A in­for­ma­ção faz par­te da car­ti­lha que a cam­pa­nha do can­di­da­to di­vul­gou em seu si­te na noi­te de segunda-​feira (27), de­pois da par­ti­ci­pa­ção do pe­de­tis­ta em sa­ba­ti­na no Jor­nal Na­ci­o­nal. Ci­ro en­tre­gou o do­cu­men­to ao apre­sen­ta­dor do te­le­jor­nal Wil­li­am Bon­ner, ao fa­lar do pro­gra­ma.

A car­ti­lha es­tá di­vi­di­da em 7 seg­men­tos, ca­da um in­ti­tu­la­do com uma per­gun­ta so­bre o pro­gra­ma, se­gui­da da res­pos­ta. As ex­pli­ca­ções in­for­mam quem po­de par­ti­ci­par do pro­gra­ma, co­mo ele fun­ci­o­na­rá e se o go­ver­no vai pa­gar as dí­vi­das, en­tre ou­tras ques­tões. Leia aqui a ín­te­gra.
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A apre­sen­ta­do­ra do Jor­nal Na­ci­o­nal Re­na­ta Vas­con­cel­los re­a­giu a uma in­si­nu­a­ção do can­di­da­to a pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro (PSL) so­bre seu sa­lá­rio. Em en­tre­vis­ta nes­ta noi­te (28) ao te­le­jor­nal, o ex-​capitão su­ge­riu que Re­na­ta re­ce­be um sa­lá­rio me­nor do que o seu co­le­ga de ban­ca­da, Wil­li­am Bon­ner.

Reprodução/​TV Glo­bo


O candidato Jair Bolsonaro (PSL) e a apresentadora do Jornal Nacional, Renata Vasconcellos, em sabatina nesta terça-feira (28)

Ao ser ques­ti­o­na­do so­bre seu po­si­ci­o­na­men­to em re­la­ção às di­fe­ren­ças sa­la­ri­ais en­tre ho­mens e mu­lhe­res, o can­di­da­to se re­fe­riu aos jor­na­lis­tas: “Eu es­tou ven­do aqui uma se­nho­ra e um se­nhor, eu não sei ao cer­to, mas com to­da cer­te­za há uma di­fe­ren­ça sa­la­ri­al aqui. Pa­re­ce que é mui­to mai­or pa­ra ele do que pa­ra a se­nho­ra. São car­gos se­me­lhan­tes”.

Bol­so­na­ro, en­tão, foi in­ter­rom­pi­do pe­la apre­sen­ta­do­ra, que dis­se: “Eu po­de­ria até, co­mo ci­da­dã, fa­zer ques­ti­o­na­men­tos so­bre os seus pro­ven­tos por­que o se­nhor é um fun­ci­o­ná­rio pú­bli­co, de­pu­ta­do por 27 anos, e eu, co­mo con­tri­buin­te, aju­do a pa­gar o seu sa­lá­rio. O meu sa­lá­rio não diz res­pei­to a nin­guém. E eu pos­so ga­ran­tir ao se­nhor, co­mo mu­lher, que eu ja­mais acei­ta­ria re­ce­ber um sa­lá­rio me­nor de um ho­mem que exer­ces­se as mes­mas fun­ções e atri­bui­ções que eu”.
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A Co­mis­são Exe­cu­ti­va Na­ci­o­nal do Par­ti­do dos Tra­ba­lha­do­res di­vul­gou uma no­ta, em que diz que as de­nún­ci­as con­tra Fer­nan­do Had­dad são fal­sas e que o par­ti­do vai apre­sen­tar uma re­pre­sen­ta­ção ao Con­se­lho Na­ci­o­nal do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co pa­ra res­pon­sa­bi­li­zar a ação par­ti­dá­ria e po­lí­ti­ca de mem­bro do MPSP.

Agên­cia Bra­sil


O vice presidente da chapa de Lula foi acusado de receber caixa 2

On­tem, o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co de São Pau­lo en­trou com uma ação de im­pro­bi­da­de ad­mi­nis­tra­ti­va con­tra o ex-​prefeito de São Pau­lo e vi­ce na cha­pa de Lu­la. O pro­mo­tor Wil­son Taf­ner pe­de a con­de­na­ção de Had­dad por en­ri­que­ci­men­to ilí­ci­to, o blo­queio de bens, o res­sar­ci­men­to do da­no cau­sa­do e a sus­pen­são dos seus di­rei­tos po­lí­ti­cos e de ou­tras seis pes­so­as.

Em no­ta, o Par­ti­do dos Tra­ba­lha­do­res dis­se que os ad­ver­sá­ri­os de Lu­la e Had­dad ape­lam pa­ra o “ta­pe­tão ju­di­ci­al” pa­ra fa­zer “es­cân­da­lo na mí­dia”.
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Em agen­da de cam­pa­nha em São Pau­lo, o de­pu­ta­do e pre­si­den­ciá­vel do PSL, Jair Bol­so­na­ro, afir­mou que seus fi­lhos ati­ram “com mu­ni­ção de ver­da­de” des­de os cin­co anos, o que, por lei, é pu­ní­vel com pri­são. De acor­do com re­por­ta­gem do por­tal UOL, o de­pu­ta­do cum­pria agen­da de cam­pa­nha no in­te­ri­or de São Pau­lo e fez a afir­ma­ção em res­pos­ta a um jor­na­lis­ta.

Agên­cia Câ­ma­ra


Artigo 242 do Estatuto da Criança e do Adolescente estipula prisão de três a seis anos por "vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo". Ele afirma que seus filhos atiram com munição real desde os cinco anos de idade

O ar­ti­go 242 do Es­ta­tu­to da Cri­an­ça e do Ado­les­cen­te clas­si­fi­ca co­mo cri­me “ven­der, for­ne­cer ain­da que gra­tui­ta­men­te ou en­tre­gar, de qual­quer for­ma, a cri­an­ça ou ado­les­cen­te, ar­ma, mu­ni­ção ou ex­plo­si­vo”. O des­cum­pri­men­to da lei é pu­ní­vel com três a seis anos de re­clu­são.
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Em­bo­ra li­de­re o ce­ná­rio em que o ex-​presidente Lu­la não é can­di­da­to, com 22% da pre­fe­rên­cia, o can­di­da­to Jair Bol­so­na­ro (PSL) acu­mu­la dois in­di­ca­do­res ne­ga­ti­vos, de acor­do com pes­qui­sa Da­ta­fo­lha di­vul­ga­da nes­ta quarta-​feira (22). Bol­so­na­ro é o can­di­da­to mais re­jei­ta­do: 39% di­zem que não vo­ta­ri­am ne­le em hi­pó­te­se al­gu­ma. Lu­la, que li­de­ra quan­do tem seu no­me apre­sen­ta­do, tem a se­gun­da mai­or re­jei­ção (34%).

Mi­guel Ângelo/​CNI


O candidato do PSL é o mais rejeitado entre os presidenciáveis: 39% dizem que não votariam nele em hipótese alguma. Lula tem a segunda maior rejeição (34%)

Ou­tro pon­to des­fa­vo­rá­vel pa­ra o de­pu­ta­do é que ele per­de em to­das as si­mu­la­ções pa­ra o se­gun­do tur­no, ex­ce­to em uma. O ca­pi­tão re­for­ma­do do Exér­ci­to só ga­nha­ria, se a elei­ção fos­se ho­je, de Fer­nan­do Had­dad (PT), vi­ce que po­de as­su­mir a ca­be­ça de cha­pa ca­so a Jus­ti­ça elei­to­ral con­fir­me que Lu­la es­tá im­pe­di­do de dis­pu­tar a elei­ção por cau­sa da Lei da Fi­cha Lim­pa. Na se­gun­da co­lo­ca­ção, Bol­so­na­ro es­tá em em­pa­te téc­ni­co com Ci­ro. Nas de­mais, ele per­de.
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