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A Po­lí­cia Fe­de­ral in­di­ci­ou nes­ta segunda-​feira (1º) os as­ses­so­res do mi­nis­tro do Tu­ris­mo, Ál­va­ro Antô­nio, e as can­di­da­tas sus­pei­tas de te­rem si­do usa­das co­mo la­ran­jas pe­lo PSL em Mi­nas Ge­rais nas úl­ti­mas elei­ções. O inqué­ri­to se­rá en­vi­a­do ao Mi­nis­té­rio Pú­bli­co.

Val­ter Campanato/​Agência Bra­sil


Álvaro Antônio ao ser anunciado como ministro, durante o governo de transição

Ao to­do, fo­ram se­te in­di­ci­a­dos: o as­ses­sor es­pe­ci­al, Ma­teus Von Ron­don, e mais dois au­xi­li­a­res do mi­nis­tro Ál­va­ro Antô­nio du­ran­te a cam­pa­nha do Aço de Mi­nas, Ro­ber­to So­a­res e Hais­san­der de Pau­la; além das qua­tro can­di­da­tas sus­pei­tas.

Eles es­tão sen­do in­di­ci­a­das por fal­si­da­de ide­o­ló­gi­ca, apli­ca­ção ir­re­gu­lar de ver­ba e as­so­ci­a­ção cri­mi­no­sa. As pe­nas má­xi­mas pa­ra os três cri­mes são de 9 anos e três me­ses de pri­são.
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Ma­teus Von Ron­don, as­ses­sor es­pe­ci­al do mi­nis­tro do Tu­ris­mo, Mar­ce­lo Ál­va­ro Antô­nio, foi pre­so pe­la Po­lí­cia Fe­de­ral em Bra­sí­lia na ma­nhã des­ta quinta-​feira (27). A pri­são faz par­te da ope­ra­ção que in­ves­ti­ga a exis­tên­cia de um es­que­ma de can­di­da­tu­ras la­ran­jas de mu­lhe­res nas elei­ções de 2018, usa­das pa­ra des­vi­ar ver­ba pú­bli­ca elei­to­ral no PSL de Mi­nas Ge­rais. Ou­tros no­mes li­ga­dos ao mi­nis­tro, in­clu­si­ve o co­or­de­na­dor de sua cam­pa­nha em MG, es­tão com man­da­dos de pri­são ex­pe­di­dos pe­la Jus­ti­ça. As in­for­ma­ções es­tão sen­do di­vul­ga­das pe­la im­pren­sa. A Po­lí­cia Fe­de­ral em Mi­nas Ge­rais con­fir­ma a ope­ra­ção, mas ain­da não dá de­ta­lhes.

Val­ter Campanato/​Agência Bra­sil


Ministro Marcelo Álvaro Antônio tem se sustentado no cargo enquanto não há acusações formais contra ele

A sus­pei­ta so­bre o es­que­ma de can­di­da­tas la­ran­jas no PSL mi­nei­ro foi pu­bli­ca­da pe­la Fo­lha de S. Pau­lo em fe­ve­rei­ro. Em de­poi­men­tos an­te­ri­o­res, qua­tro can­di­da­tas do par­ti­do no es­ta­do afir­ma­ram à Po­lí­cia Fe­de­ral te­rem si­do usa­das ou re­ce­bi­dos pro­pos­ta pa­ra se­rem la­ran­jas da le­gen­da, co­man­da­da em Mi­nas Ge­rais em 2018 pe­lo ho­je mi­nis­tro do Tu­ris­mo. Ele ne­ga par­ti­ci­pa­ção no es­que­ma. Em abril, a de­pu­ta­da Alê Sil­va, tam­bém do PSL de MG, de­nun­ci­ou que es­ta­va sen­do ame­a­ça­da à man­do do mi­nis­tro por ter in­ves­ti­ga­do por con­ta pró­pria o es­que­ma de des­vio de ver­ba pú­bli­ca elei­to­ral.

Fon­te: Con­gres­so em Fo­co

TSE marca julgamento das contas de campanha de Bolsonaro

segunda-feira, 26 de novembro de 2018 07:54 Notícias

O jul­ga­men­to das con­tas de cam­pa­nha do pre­si­den­te elei­to, Jair Bol­so­na­ro, no ple­ná­rio do Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE), de­ve ocor­rer no pró­xi­mo dia 4 de de­zem­bro. A apro­va­ção é ne­ces­sá­ria pa­ra que a di­plo­ma­ção de Bol­so­na­ro e do vice-​presidente elei­to, Ha­mil­ton Mou­rão, ocor­ra no dia 10 de de­zem­bro, con­for­me acer­ta­do en­tre o TSE e a co­or­de­na­ção da tran­si­ção de go­ver­no.

Jo­sé Cruz/​Agência Bra­sil


Ministro Luis Roberto Barroso pediu retificação de contas

O re­la­tor do pro­ces­so no TSE, mi­nis­tro Luís Ro­ber­to Bar­ro­so, de­ter­mi­nou que a cam­pa­nha de Bol­so­na­ro apre­sen­tas­se uma pres­ta­ção de con­tas re­ti­fi­ca­do­ra pa­ra es­cla­re­cer in­con­sis­tên­ci­as na do­cu­men­ta­ção en­tre­gue an­te­ri­or­men­te ao tri­bu­nal. A pres­ta­ção re­ti­fi­ca­do­ra e os do­cu­men­tos com­ple­men­ta­res fo­ram pro­to­co­la­dos no TSE na se­ma­na pas­sa­da.

Se­gun­do o TSE, to­dos os can­di­da­tos a pre­si­den­te da Re­pú­bli­ca en­tre­ga­ram as re­la­ções de re­cei­tas e des­pe­sas de cam­pa­nha den­tro dos pra­zos es­ti­pu­la­dos pe­la le­gis­la­ção elei­to­ral. Po­rém, ba­lan­ço fei­to pe­lo TSE mos­tra que, dos 28.070 can­di­da­tos que con­cor­re­ram em ou­tu­bro, so­men­te 20.546 en­tre­ga­ram à Jus­ti­ça Elei­to­ral as pres­ta­ções de con­tas de cam­pa­nha - 73,2% do to­tal.
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O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co do Tra­ba­lho em San­ta Ca­ta­ri­na quer que a Jus­ti­ça apli­que mul­tas pa­ra as lo­jas Ha­van que, so­ma­das, po­dem sig­ni­fi­car um des­fal­que de R$ 100 mi­lhões à em­pre­sa va­re­jis­ta. Com se­de no es­ta­do, o gru­po fez cam­pa­nha na cor­ri­da pre­si­den­ci­al pa­ra can­di­da­to ven­ce­dor, Jair Bol­so­na­ro (PSL), e é acu­sa­do de cons­tran­ger fun­ci­o­ná­ri­os a vo­tar no de­pu­ta­do, ameaçando-​os de de­mis­são em ca­so de der­ro­ta.

Di­vul­ga­ção


Luciano Hang promovia enquetes internas para saber como cada funcionário votaria

O MPT quer mul­tar a Ha­van em du­as fren­tes, com va­lo­res di­fe­ren­tes: ao me­nos R$ 25 mi­lhões, por da­no mo­ral co­le­ti­vo, por ale­ga­da in­ti­mi­da­ção de em­pre­ga­dos com vis­tas a fa­vo­re­cer Bol­so­na­ro; e R$ 5 mil a ca­da um dos cer­ca de 15 mil tra­ba­lha­do­res por da­no mo­ral in­di­vi­du­al. Com a so­ma das pu­ni­ções in­di­vi­du­ais (R$ 75 mi­lhões), a mul­ta po­de ser ele­va­da pa­ra al­go em tor­no de R$ 100 mi­lhões.

A ação ci­vil pú­bli­ca acu­sa o pro­pri­e­tá­rio da Ha­van, Lu­ci­a­no Hang, de pro­mo­ver cam­pa­nhas po­lí­ti­cas pró-​Bolsonaro. Se­gun­do a acu­sa­ção, Lu­ci­a­no da­va ca­rá­ter obri­ga­tó­rio à pre­sen­ça de seus em­pre­ga­dos nes­ses ”atos cí­vi­cos’ de viés pa­trió­ti­co e em “de­fe­sa da de­mo­cra­cia”.
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O can­di­da­to do PT nas elei­ções des­te ano, Fer­nan­do Had­dad, tornou-​se réu por cor­rup­ção pas­si­va e la­va­gem de di­nhei­ro nes­ta segunda-​feira (19) em in­ves­ti­ga­ção re­la­ti­va à cam­pa­nha pa­ra pre­fei­to de São Pau­lo, em 2012, da qual saiu ven­ce­dor. O pe­tis­ta pas­sou à con­di­ção de réu de­pois que o juiz Le­o­nar­do Bar­rei­ros, da 5ª Va­ra Cri­mi­nal da Bar­ra Fun­da (SP), acei­tou os ter­mos da de­nún­cia fei­ta pe­lo pro­mo­tor do Gru­po Es­pe­ci­al de De­li­tos Econô­mi­cos (Ge­dec) Mar­ce­lo Men­dro­ni.

Ri­car­do Stuc­kert


Fernando Haddad, candidato do PT à presidência nas eleições 2018, tornou-se réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Além do pe­tis­ta, ou­tros cin­co in­ves­ti­ga­dos (lis­ta abai­xo) se tor­na­ram réus na mes­ma ação, en­tre eles o ex-​tesoureiro do PT João Vac­ca­ri Ne­to e o do­lei­ro Al­ber­to Yous­sef, um dos prin­ci­pais de­la­to­res da Ope­ra­ção La­va Ja­to – a de­nún­cia do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co con­tra Had­dad, aliás, te­ve iní­cio a par­tir de de­la­ções do pe­tro­lão. Eles res­pon­de­rão por cor­rup­ção e la­va­gem de di­nhei­ro. Já a te­se de for­ma­ção de qua­dri­lha, tam­bém apon­ta­da pe­los pro­mo­to­res, foi re­jei­ta­da pe­la Jus­ti­ça.
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O ex-​prefeito da ca­pi­tal pau­lis­ta João Do­ria (PSDB) é o no­vo go­ver­na­dor de São Pau­lo. Ele der­ro­tou o atu­al go­ver­na­dor, Már­cio Fran­ça (PSB). Do­ria te­ve 52% dos vo­tos vá­li­dos con­tra 48% de Fran­ça, que as­su­miu o go­ver­no em abril com a re­nún­cia do ti­tu­lar, Ge­ral­do Alck­min (PSDB), que saiu pa­ra se can­di­da­tar à Pre­si­dên­cia. A di­fe­ren­ça en­tre eles cor­res­pon­de a qua­se 800 mil vo­tos.

Ro­ve­na Rosa/​Agência Bra­sil

Do­ria li­de­rou qua­se to­das as pes­qui­sas de in­ten­ção de vo­to. Mas te­ve uma cam­pa­nha aci­den­ta­da no se­gun­do tur­no, quan­do per­deu o apoio de par­te do PSDB por ter si­do acu­sa­do de não se em­pe­nhar no apoio a Alck­min, no pri­mei­ro tur­no, e de co­lar sua can­di­da­tu­ra à de Jair Bol­so­na­ro (PSL), can­di­da­to que apoi­ou ofi­ci­al­men­te a ro­da­da fi­nal. O tu­ca­no so­freu crí­ti­cas por ter aban­do­na­do an­tes da me­ta­de o man­da­to de pre­fei­to, mes­mo ten­do as­si­na­do com­pro­mis­so an­te­ri­or­men­te de que não fa­ria is­so.

Fon­te: Con­gres­so em Fo­co

O de­pu­ta­do fe­de­ral e ca­pi­tão re­for­ma­do do Exér­ci­to Jair Bol­so­na­ro (PSL-​RJ) re­ce­beu nes­te do­min­go (28) o aval dos elei­to­res pa­ra to­mar pos­se, em 1º de ja­nei­ro, co­mo o 38º pre­si­den­te do país. Com 100% da apu­ra­ção con­cluí­da, Bol­so­na­ro so­mou 57.796.986 vo­tos, con­tra 47.038.963 do ex-​prefeito de São Pau­lo Fer­nan­do Had­dad (PT). Em ter­mos de vo­tos vá­li­dos, os per­cen­tu­ais de ca­da um são 55,13% e 44,87%, res­pec­ti­va­men­te.

Re­pro­du­ção


Eleitores lotam os arredores da casa de Bolsonaro para comemorar a vitória sobre Haddad

Le­van­do em con­ta os vo­tos to­tais, no en­tan­to, os nú­me­ros in­di­cam que Jair Bol­so­na­ro te­ve o vo­to de me­nos de 40% dos 147,3 mi­lhões de elei­to­res ap­tos. Mais de 21% se abs­ti­ve­ram de vo­tar. Vo­tos nu­los e bran­cos so­ma­ram, res­pec­ti­va­men­te, 7,4% e 2,1%. Ape­sar dis­so, Bol­so­na­ro su­pe­rou am­pla­men­te o ad­ver­sá­rio, es­pe­ci­al­men­te nas re­giões Sul e Su­des­te. Had­dad ven­ceu so­men­te nos no­ve es­ta­dos do Nor­des­te, no Pa­rá e em To­can­tins.
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Pes­qui­sa Da­ta­fo­lha di­vul­ga­da nes­ta quinta-​feira (25) mos­tra que o pre­si­den­ciá­vel Fer­nan­do Had­dad (PT), que ten­ta se apro­xi­mar do nú­me­ro de vo­tos de­cla­ra­dos pa­ra Jair Bol­so­na­ro (PSL), con­se­guiu re­du­zir em seis pon­tos a di­fe­ren­ça que os se­pa­ram na cor­ri­da pre­si­den­ci­al, em re­la­ção à pes­qui­sa da se­ma­na pas­sa­da. Bol­so­na­ro ago­ra tem 56% das pre­fe­rên­ci­as, en­quan­to o pe­tis­ta al­can­çou 44%. No le­van­ta­men­to an­te­ri­or, di­vul­ga­do há uma se­ma­na, o pla­car era de 59% a 41%, ou se­ja, uma di­fe­ren­ça de 18 pon­tos per­cen­tu­ais en­tre os dois ago­ra é de 12 pon­tos.

Fa­mí­lia Bolsonaro/​Ricardo Stuc­kert


Bolsonaro já chegou a ter 18 pontos percentuais de vantagem sobre Haddad, na pesquisa Datafolha

Se­gun­do o Da­ta­fo­lha, Bol­so­na­ro tem ago­ra 48% dos vo­tos to­tais, quan­do são con­si­de­ra­dos os bran­cos, nu­los e in­de­ci­sos, en­quan­to Had­dad ob­te­ve 38%. Nes­se que­si­to, a pes­qui­sa an­te­ri­or, o can­di­da­to do PSL ti­nha 50% dos vá­li­dos, con­tra 35% do pe­tis­ta. O ins­ti­tu­to tam­bém me­diu a re­jei­ção dos can­di­da­tos com uma per­gun­ta de três al­ter­na­ti­vas (“E en­tre es­tes can­di­da­tos a pre­si­den­te, gos­ta­ria que vo­cê me dis­ses­se se vo­ta­ria com cer­te­za, tal­vez vo­tas­se ou não vo­ta­ria de jei­to ne­nhum em”:).
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A Po­lí­cia Fe­de­ral (PF) ins­tau­rou inqué­ri­to pa­ra in­ves­ti­gar um ví­deo no You­Tu­be no qual um ho­mem que se iden­ti­fi­ca co­mo co­ro­nel Car­los Al­ves refere-​se à pre­si­den­te do Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE), mi­nis­tra Ro­sa We­ber, co­mo “sa­la­frá­ria e cor­rup­ta”, além de cri­ti­car e fa­zer ame­a­ças a ou­tros mi­nis­tros do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF).

Reprodução/​YouTube


Coronel chamou a ministra Rosa Weber de “salafrária e corrupta” em vídeo

A aber­tu­ra do inqué­ri­to foi con­fir­ma­da pe­lo mi­nis­tro da Se­gu­ran­ça Pú­bli­ca, Raul Jung­mann, nes­ta quarta-​feira (24). Além da in­ves­ti­ga­ção so­bre o co­ro­nel, fo­ram aber­tos mais três inqué­ri­tos pa­ra apu­rar ame­a­ças a Ro­sa We­ber.

“On­tem mes­mo de­ter­mi­nei ins­tau­ra­ção de inqué­ri­to pa­ra apu­rar es­sas agres­sões de que ela foi vi­ti­ma, sa­be­mos de quem se tra­ta e on­de se en­con­tra”, dis­se Jung­mann, após ce­rimô­nia pa­ra re­pas­se de re­cur­sos do go­ver­no ao Con­se­lho Na­ci­o­nal de Jus­ti­ça (CNJ).
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O mi­nis­tro Sér­gio Ba­nhos, do Tri­bu­nal Su­pe­ri­or Elei­to­ral (TSE), re­jei­tou pe­di­do do pre­si­den­ciá­vel Fer­nan­do Had­dad (PT) pa­ra que a TV Glo­bo o en­tre­vis­tas­se, na pró­xi­ma sexta-​feira (26), no mes­mo ho­rá­rio do de­ba­te pre­si­den­ci­al re­cu­sa­do por Jair Bol­so­na­ro (PSL) m 18 de ou­tu­bro. A cam­pa­nha pe­tis­ta ale­ga­va que a de­ci­são da emis­so­ra de can­ce­lar o en­con­tro em ra­zão da de­sis­tên­cia de Bol­so­na­ro “não co­a­du­na com o in­te­res­se pú­bli­co e, prin­ci­pal­men­te, com a li­su­ra e ri­gi­dez do pro­ces­so elei­to­ral ver­da­dei­ra­men­te de­mo­crá­ti­co”.

Ri­car­do Stuc­kert


Haddad tem aproveitado a ausência de Bolsonaro em debates para chamá-lo de “fujão”

Na úl­ti­ma segunda-​feira (22), a Glo­bo de­ci­diu não trans­mi­tir qual­quer con­teú­do de Had­dad co­mo com­pen­sa­ção pe­lo fa­to de que Bol­so­na­ro de­sis­tiu de de­ba­ter – des­de que fo­ram ins­ti­tuí­dos dois tur­nos pa­ra a elei­ção no Exe­cu­ti­vo, é a pri­mei­ra vez que o país não te­rá de­ba­te en­tre pre­si­den­ciá­veis às vés­pe­ras da vo­ta­ção de­ci­si­va. “Na reu­nião de ela­bo­ra­ção das re­gras do even­to foi acer­ta­do com as as­ses­so­ri­as dos can­di­da­tos que, se Jair Bol­so­na­ro não pu­des­se com­pa­re­cer por ra­zões de saú­de, o de­ba­te não se­ria subs­ti­tuí­do por en­tre­vis­tas”, in­for­mou a emis­so­ra por meio de no­ta (ín­te­gra abai­xo).
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