Arquivos de Emprego

O pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro pror­ro­gou por 60 di­as o pro­gra­ma que au­to­ri­za em­pre­sas a re­du­zi­rem pro­por­ci­o­nal­men­te, ou sus­pen­de­rem, a jor­na­da e o sa­lá­rio dos fun­ci­o­ná­ri­os. O de­cre­to va­le até 31 de de­zem­bro, da­ta pre­vis­ta pa­ra aca­bar o es­ta­do de ca­la­mi­da­de pú­bli­ca em ra­zão da pandemia.

Ro­ve­na Rosa/​Agência Brasil


Comércio de São Paulo durante a pandemia de covid-19

“Di­an­te do ce­ná­rio atu­al de cri­se so­ci­al e econô­mi­ca, e com a per­ma­nên­cia de me­di­das res­tri­ti­vas de iso­la­men­to so­ci­al, faz-​se ne­ces­sá­ria a pror­ro­ga­ção, mais uma vez, do pra­zo má­xi­mo de va­li­da­de dos acor­dos. Es­sa ação irá per­mi­tir que em­pre­sas que es­tão em si­tu­a­ção de vul­ne­ra­bi­li­da­de pos­sam con­ti­nu­ar so­bre­vi­ven­do a es­te pe­río­do e, des­ta for­ma, pre­ser­var pos­tos de tra­ba­lho e pro­je­tar uma me­lhor re­cu­pe­ra­ção econô­mi­ca”, diz no­ta di­vul­ga­da pe­lo Pa­lá­cio do Pla­nal­to a res­pei­to da de­ci­são do go­ver­no.
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O In­di­ca­dor An­te­ce­den­te de Em­pre­go (IA­Emp), di­vul­ga­do ho­je (7), no Rio de Ja­nei­ro, pe­lo Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Eco­no­mia (Ibre) da Fun­da­ção Ge­tu­lio Var­gas, mos­tra que per­ma­ne­ce ne­ga­ti­va a per­cep­ção so­bre o mer­ca­do de tra­ba­lho no país. Ape­sar do au­men­to de 7,2 pon­tos em se­tem­bro, pa­ra 82,0 pon­tos, o quin­to mês se­gui­do de al­ta, hou­ve uma de­sa­ce­le­ra­ção no in­di­ca­dor a par­tir de ju­lho. Se­gun­do a FGV, em mé­di­as mó­veis tri­mes­trais, o IA­Emp avan­çou 8,4 pon­tos, in­do pa­ra 74,3 pontos.

Fer­nan­do Frazão/​Agência Brasil

Ro­dolpho To­bler, eco­no­mis­ta da FGV/​Ibre, ex­pli­ca que a al­ta de se­tem­bro apro­xi­ma o IA­Emp dos ní­veis pré-​pandemia, que não es­ta­vam mui­to ele­va­dos, de acor­do com a sé­rie his­tó­ri­ca. O pi­co de al­ta do in­di­ca­dor foi mar­ço de 2018, fi­can­do aci­ma de 105 pon­tos. Em mar­ço de 2020 hou­ve uma que­da brus­ca, pa­ra me­nos de 45. “Pa­ra os pró­xi­mos me­ses, ain­da é pos­sí­vel en­xer­gar fa­to­res que po­dem adi­ci­o­nar ris­cos à sus­ten­ta­bi­li­da­de da re­to­ma­da, co­mo a ele­va­da in­cer­te­za e o fim dos pro­gra­mas go­ver­na­men­tais de apoio nes­se pe­río­do da pan­de­mia”, ob­ser­vou.
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O ní­vel de ocu­pa­ção dos bra­si­lei­ros fi­cou em 51,6% no tri­mes­tre en­cer­ra­do em abril des­te ano. O da­do re­pre­sen­ta o per­cen­tu­al de bra­si­lei­ro em ida­de de tra­ba­lhar que es­tão efe­ti­va­men­te ocu­pa­dos. Es­se é o pa­ta­mar mais bai­xo do in­di­ca­dor des­de o iní­cio da Pes­qui­sa Na­ci­o­nal por Amos­tra de Do­mi­cí­li­os Con­tí­nua (Pnad-​Contínua), em 2012.

Jo­sé Pau­lo Lacerda/​CNI

No tri­mes­tre en­cer­ra­do em ja­nei­ro, o ní­vel de ocu­pa­ção che­gou a 54,8%. Em abril do ano pas­sa­do, a ta­xa era de 54,2%. A po­pu­la­ção ocu­pa­da fi­cou em 89,2 mi­lhões de pes­so­as no tri­mes­tre fi­na­li­za­do em abril, que­das de 5,2% em re­la­ção a ja­nei­ro des­te ano (4,9 mi­lhões de pes­so­as a me­nos) e de 3,4% em re­la­ção a abril do ano pas­sa­do (3,1 mi­lhões de pes­so­as). As que­das em am­bos ti­pos de com­pa­ra­ção fo­ram re­cor­des.
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Nes­ta terça-​feira, 14 de ja­nei­ro, o Sin­terc abriu as por­tas da sua no­va se­de em Bau­ru pa­ra o pro­ces­so de re­cru­ta­men­to e se­le­ção de tra­ba­lha­do­ras e tra­ba­lha­do­res pa­ra pre­en­cher 25 va­gas de em­pre­go pa­ra uma no­va uni­da­de de re­fei­ções co­le­ti­vas na cidade.

Fo­ram ofer­ta­dos os car­gos de: nu­tri­ci­o­nis­ta (1 va­ga); téc­ni­co em nu­tri­ção (1 va­ga); es­to­quis­ta (1 va­ga); co­zi­nhei­ro lí­der (1 va­ga); co­zi­nhei­ro (2 va­gas); oficial/​ajudante de co­zi­nha de co­zi­nha (11 va­gas); oficial/​ajudante de ser­vi­ços ge­rais (6 va­gas); e ope­ra­dor de cai­xa (2 va­gas). A di­vul­ga­ção das va­gas foi fei­ta nas mí­di­as so­ci­ais (Fa­ce­bo­ok e Ins­ta­gram), no What­sapp, no si­te do Sin­terc, em rá­di­os e ca­nais de TV.
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