Arquivos de Governo Temer

Com me­ta de dé­fi­cit pri­má­rio de R$ 159 bi­lhões nes­te ano e com um te­to de gas­tos pe­las pró­xi­mas du­as dé­ca­das, o go­ver­no te­ria me­lho­res con­di­ções de sa­ne­ar as con­tas pú­bli­cas, de acor­do com o Tri­bu­nal de Con­tas da União (TCU), con­ce­den­do me­nos in­cen­ti­vos pa­ra de­ter­mi­na­dos se­to­res da eco­no­mia. O re­la­tó­rio do TCU das con­tas do go­ver­no em 2017, apro­va­das com res­sal­vas na úl­ti­ma quarta-​feira (13), re­ve­lou que as re­nún­ci­as fis­cais so­ma­ram R$ 354,7 bi­lhões no ano pas­sa­do.

Lu­la Marques/​AGPT


O montante equivale a 30% da receita líquida do governo no ano e supera os déficits da Previdência Social e do regime de aposentadorias dos servidores federais, que somaram R$ 268,8 bilhões em 2017

O mon­tan­te equi­va­le a 30% da re­cei­ta lí­qui­da do go­ver­no no ano e su­pe­ra os dé­fi­cits da Pre­vi­dên­cia So­ci­al e do re­gi­me de apo­sen­ta­do­ri­as dos ser­vi­do­res fe­de­rais, que so­ma­ram R$ 268,8 bi­lhões em 2017. Se­gun­do o TCU, 84% das re­nún­ci­as têm pra­zo in­de­ter­mi­na­do, o que faz a per­da de ar­re­ca­da­ção ser in­cor­po­ra­da às con­tas do go­ver­no.

A Lei de Res­pon­sa­bi­li­da­de Fis­cal de­ter­mi­na que ca­da re­nún­cia fis­cal se­ja cus­te­a­da com al­gu­ma re­cei­ta, se­ja com o au­men­to de ou­tros tri­bu­tos ou com a al­ta da ar­re­ca­da­ção ge­ra­da pe­lo de­sen­vol­vi­men­to da eco­no­mia. O TCU, no en­tan­to, cons­ta­tou que 44% dos in­cen­ti­vos fis­cais não são fis­ca­li­za­dos por ne­nhum ór­gão, o que le­vou o mi­nis­tro Bru­no Dan­tas a re­co­men­dar que os mi­nis­té­ri­os da Fa­zen­da, do Pla­ne­ja­men­to e da Ca­sa Ci­vil mon­tem um gru­po de tra­ba­lho pa­ra ve­ri­fi­car a efi­cá­cia das re­nún­ci­as fis­cais.
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A Po­lí­cia Fe­de­ral cum­pre man­da­dos de bus­ca e apre­en­são no ga­bi­ne­te par­la­men­tar da de­pu­ta­da Cris­ti­a­ne Bra­sil (PTB-​RJ), fi­lha do pre­si­den­te na­ci­o­nal do par­ti­do, o ex-​deputado Ro­ber­to Jef­fer­son. O mi­nis­tro Ed­son Fa­chin, do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF), tam­bém au­to­ri­zou que os po­li­ci­ais fe­de­rais vas­cu­lhem o apar­ta­men­to fun­ci­o­nal ocu­pa­do pe­la de­pu­ta­da em Bra­sí­lia e o imó­vel on­de ela mo­ra no Rio.

Divulgação/​PTB


Alvo de busca e apreensão, Cristiane Brasil também está proibida de manter contato com os demais investigados na Operação Registro Espúrio, como o seu pai, Roberto Jefferson

A ação faz par­te da Ope­ra­ção Re­gis­tro Es­pú­rio, de­fla­gra­da em 30 de maio pa­ra apu­rar a atu­a­ção de uma or­ga­ni­za­ção cri­mi­no­sa na con­ces­são frau­du­len­ta de re­gis­tros sin­di­cais no Mi­nis­té­rio do Tra­ba­lho, área de in­fluên­cia de Jef­fer­son e de Cris­ti­a­ne, que che­gou a ser anun­ci­a­da no iní­cio do ano co­mo mi­nis­tra da pas­ta. A no­me­a­ção foi can­ce­la­da após a di­vul­ga­ção de que ela ti­nha con­de­na­ção por ir­re­gu­la­ri­da­de tra­ba­lhis­ta.
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A Ar­ge­plan, em­pre­sa do co­ro­nel João Bap­tis­ta Li­ma Fi­lho, ami­go de lon­ga da­ta do pre­si­den­te Mi­chel Te­mer (MDB), re­a­li­zou pa­ga­men­tos da or­dem de R$ 950 mil em di­nhei­ro vi­vo a um dos for­ne­ce­do­res da obra na ca­sa de Ma­ris­te­la Te­mer, fi­lha do eme­de­bis­ta. O di­nhei­ro te­ria si­do pa­go di­re­ta­men­te na se­de da em­pre­sa do co­ro­nel. A Po­lí­cia Fe­de­ral (PF) in­ves­ti­ga se Te­mer la­vou di­nhei­ro de pro­pi­na com a re­for­ma na ca­sa da fi­lha e em ou­tros imó­veis da fa­mí­lia obra.

Re­pro­du­ção


Dinheiro teria sido pago a fornecedor diretamente na sede da empresa do coronel

O jor­nal Fo­lha de S. Pau­lo te­ve aces­so ao de­poi­men­to de Luiz Edu­ar­do Vi­sa­ni, que afir­mou à PF ter re­ce­bi­do a quan­tia em par­ce­las men­sais, en­tre no­vem­bro de 2013 e mar­ço de 2015. O de­poi­men­to faz par­te do inqué­ri­to que in­ves­ti­ga o de­cre­to dos por­tos, que in­ves­ti­ga se Te­mer re­ce­beu pro­pi­nas de em­pre­sas do se­tor por­tuá­rio.
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O pre­si­den­te Mi­chel Te­mer (MDB) su­pe­rou o pró­prio re­cor­de e é o mais im­po­pu­lar da his­tó­ria, apon­ta a no­va pes­qui­sa Da­ta­fo­lha. Nos re­sul­ta­dos apre­sen­ta­dos nes­te do­min­go (10), 82% dos en­tre­vis­ta­dos ava­li­am o go­ver­no Te­mer co­mo ruim ou pés­si­mo, 12 pon­tos a mais que na pes­qui­sa an­te­ri­or, di­vul­ga­da em abril.

Be­to Barata/​Presidência da Re­pú­bli­ca


Pesquisa aponta que 82% dos eleitores considera o governo Temer ruim ou péssimo. Emedebista quebrou o próprio recorde de rejeição, que era de 73%

Na son­da­gem de in­ten­ções de vo­to, o ex-​presidente Lu­la, pre­so há dois me­ses em Cu­ri­ti­ba, se­gue na li­de­ran­ça com 30%. Nos ce­ná­ri­os em que o no­me do pe­tis­ta não é apre­sen­ta­do, 34% dis­se­ram não ter can­di­da­to. O de­pu­ta­do Jair Bol­so­na­ro (PSL-​RJ) é o lí­der nes­te ca­so, com 19%. Ma­ri­na vem em se­gui­da, com 15% da pre­fe­rên­cia dos elei­to­res.
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Com o avan­ço de va­za­men­tos so­bre o inqué­ri­to que apu­ra se hou­ve edi­ção de de­cre­to em 2017 pa­ra be­ne­fi­ci­ar em­pre­sas em tro­ca de pro­pi­na, e que en­vol­ve o pre­si­den­te Mi­chel Te­mer (MDB), o Pla­nal­to per­deu a usu­al dis­cri­ção. Nes­ta quarta-​feira (6), a Se­cre­ta­ria de Co­mu­ni­ca­ção da Pre­si­dên­cia di­vul­gou uma no­ta em que cha­ma a in­ves­ti­ga­ção de “es­cân­da­lo dig­no do Pro­jac, a mai­or fá­bri­ca de fic­ções do país”.

Be­to Barata/​PR


Temer é investigado pela edição de um decreto da área portuária

A res­pos­ta ocor­reu de­pois da di­vul­ga­ção, no Blog da An­dréia Sa­di, do Gru­po Glo­bo, de que há uma in­ves­ti­ga­ção que apu­ra se o eme­de­bis­ta re­ce­beu me­sa­da de R$ 340 mil nos anos 1990.

No do­cu­men­to, a Po­lí­cia Fe­de­ral (PF) ci­ta uma pla­ni­lha que cons­ta de inqué­ri­to ar­qui­va­do em 2011, mas que se­ria “im­por­tan­tís­si­ma” pa­ra a com­pre­en­são do ca­so atu­al. A pla­ni­lha de­ta­lha co­mo se­ria fei­ta a re­par­ti­ção de pro­pi­na de con­tra­tos do por­to de San­tos en­tre Te­mer, o co­ro­nel apo­sen­ta­do da Po­lí­cia Mi­li­tar João Ba­tis­ta de Li­ma Fi­lho, ami­go de Te­mer e só­cio da Ar­ge­plan, e Mar­ce­lo Aze­re­do, ex-​diretor da es­ta­tal que co­or­de­na o por­to. Te­mer, se­gun­do a apu­ra­ção, fi­cou com 50% da pro­pi­na e os ou­tros dois com 25%.
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Al­ça­do à Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca após o con­tro­ver­so pro­ces­so de im­pe­a­ch­ment de Dil­ma Rous­seff (PT), Mi­chel Te­mer (MDB) tem vis­to os prin­ci­pais mem­bros de seu “dre­am te­am” go­ver­na­men­tal fi­ca­rem pe­lo ca­mi­nho à me­di­da que seu man­da­to se apro­xi­ma do fim. Se­ja em ra­zão de de­nún­ci­as de cor­rup­ção ou por con­jun­tu­ras de “mer­ca­do”, ter­mo que nor­teia sua ges­tão, o eme­de­bis­ta ha­via mon­ta­do a equi­pe de seus so­nhos pa­ra a con­du­ção da po­lí­ti­ca econô­mi­ca, mas ape­nas uma pe­ça des­se triun­vi­ra­to con­ti­nua de pé após a saí­da de Hen­ri­que Mei­rel­les, ex-​ministro da Fa­zen­da, e de Pe­dro Pa­ren­te, recém-​demitido da Pe­tro­bras na es­tei­ra da cri­se do com­bus­tí­vel. Res­tou Ilan Gold­fajn, pre­si­den­te do Ban­co Cen­tral, en­tre os no­tá­veis do pre­si­den­te.

Mar­ce­lo Camargo/​Agência Bra­sil


Cérbero emedebista: Moreira Franco, Temer e Eliseu Padilha ainda gozam de foro privilegiado de julgamento

No anún­cio do en­ge­nhei­ro Ivan Mon­tei­ro pa­ra subs­ti­tuir Pa­ren­te na pe­tro­lí­fe­ra, Te­mer de­mons­trou ter sen­ti­do o gol­pe abai­xo da li­nha de cin­tu­ra. Em pro­nun­ci­a­men­to de me­nos de dois mi­nu­tos, o pre­si­den­te trans­pa­re­ceu can­sa­ço, nas pa­la­vras de seu ministro-​chefe da Se­cre­ta­ria de Go­ver­no, Car­los Ma­run. Ali­a­do fi­el de Edu­ar­do Cu­nha (MDB-​RJ), ex-​deputado con­de­na­do e pre­so em ra­zão da Ope­ra­ção La­va Ja­to, Ma­run es­te­ve na li­nha de fren­te re­a­ti­va à gre­ve dos ca­mi­nho­nei­ros, que aba­lou o país por 11 di­as, e tam­bém se diz des­gas­ta­do.
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O mi­nis­tro Luís Ro­ber­to Bar­ro­so, do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF), aca­tou nes­ta segunda-​feira (7) o pe­di­do de pror­ro­ga­ção do inqué­ri­to que in­ves­ti­ga se o pre­si­den­te Mi­chel Te­mer re­ce­beu pro­pi­na pa­ra fa­vo­re­cer a em­pre­sa Ro­dri­mar S/​A, con­ces­si­o­ná­rio do Por­to de San­tos, ao edi­tar o De­cre­to dos Por­tos (De­cre­to 9.048/2017) em maio do ano pas­sa­do. Bar­ro­so tam­bém ne­gou, no mes­mo des­pa­cho, pe­di­do da de­fe­sa do eme­de­bis­ta pa­ra que o pro­ces­so fos­se ar­qui­va­do. Te­mer é sus­pei­to de in­te­grar es­que­ma de cor­rup­ção no Por­to de San­tos, área de in­fluên­cia do MDB ha dé­ca­das.

Mar­cos Corrêa/​PR


Presidente é suspeito de integrar esquema de corrupção no Porto de Santos

O ma­gis­tra­do ale­gou “ser ne­ces­sá­rio aguardar-​se a con­clu­são das di­li­gên­ci­as em cur­so pa­ra que se pos­sa for­mar opi­nião so­bre a exis­tên­cia ma­te­ri­al dos de­li­tos in­ves­ti­ga­dos”, se­guin­do en­ten­di­men­to do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Fe­de­ral (MPF). A pror­ro­ga­ção das in­ves­ti­ga­ções tam­bém foi de­fen­di­da pe­lo MPF a par­tir de pe­di­do da Po­lí­cia Fe­de­ral, que apon­tou di­li­gên­ci­as pen­den­tes de exe­cu­ção. Procuradora-​geral da Re­pú­bli­ca, Ra­quel Dod­ge di­vul­gou pa­re­cer na úl­ti­ma se­ma­na por meio do qual re­co­men­dou a Bar­ro­so, re­la­tor do ca­so, que des­se mais pra­zo de apu­ra­ção aos de­le­ga­dos da PF.
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Uma das mai­o­res cen­trais sin­di­cais do país, a For­ça Sin­di­cal di­vul­gou no­ta nes­ta quinta-​feira (3) com for­tes crí­ti­cas à apro­va­ção em ses­são no ple­ná­rio da Câ­ma­ra, on­tem (quar­ta, 2), do pro­je­to de lei do Con­gres­so (PLN) 08/​2018, que abriu cré­di­to su­ple­men­tar de R$ 1,16 bi­lhão pa­ra o Fun­do de Ga­ran­tia à Ex­por­ta­ção (FGE), em re­cur­sos a se­rem ga­ran­ti­dos pe­lo can­ce­la­men­to de igual va­lor do pro­gra­ma do seguro-​desemprego (ve­ja ín­te­gra da no­ta abai­xo). A en­ti­da­de exi­ge que o pre­si­den­te Mi­chel Te­mer (MDB) ve­te a pro­po­si­ção e diz que ela faz “cor­te­sia com o cha­péu dos ou­tros” ao usar o Fun­do de Am­pa­ro ao Tra­ba­lha­dor (FAT) co­mo fon­te de cus­teio.

Mar­cos Corrêa/​PR


Temer e Paulinho da Força: aliados no papel, desalinhados na prática

Li­de­ra­da pe­lo de­pu­ta­do Pau­lo Pe­rei­ra da Sil­va (SD-​SP), a For­ça cha­ma a ma­té­ria de “per­ver­sa” e sa­cri­fi­ca a clas­se tra­ba­lha­do­ra ain­da mais. “É im­por­tan­te res­sal­tar que o mo­vi­men­to sin­di­cal sem­pre de­fen­deu o au­men­to das par­ce­las do seguro-​desemprego com a fi­na­li­da­de de su­prir as ne­ces­si­da­des dos tra­ba­lha­do­res nes­se mo­men­to di­fí­cil, e sem­pre ou­viu do go­ver­no a ale­ga­ção de que não ha­via ver­ba pa­ra que tal me­di­da fos­se to­ma­da”, acres­cen­ta a en­ti­da­de, pa­ra quem a dí­vi­da de paí­ses par­cei­ros é “re­sul­ta­do de po­lí­ti­cas ne­fas­tas de go­ver­nos an­te­ri­o­res”.
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A procuradora-​geral da Re­pú­bli­ca, Ra­quel Dod­ge, ofe­re­ceu ho­je (2) de­nún­cia por cor­rup­ção con­tra o mi­nis­tro da Agri­cul­tu­ra, Pe­cuá­ria e Abas­te­ci­men­to, Blai­ro Mag­gi, por par­ti­ci­pa­ção em um es­que­ma de ven­da de va­gas no Tri­bu­nal de Con­tas do Ma­to Gros­so (TCE-​MT) em 2009, quan­do ele era go­ver­na­dor do es­ta­do.

Agên­cia Bra­sil


Denúncia é resultante da Operação Ararath, iniciada em 2013 para apurar a atuação de “bancos de propina” clandestinos no Mato Grosso

A de­nún­cia é re­sul­tan­te da Ope­ra­ção Ara­rath, ini­ci­a­da em 2013 pa­ra apu­rar a atu­a­ção de “ban­cos de pro­pi­na” clan­des­ti­nos no Ma­to Gros­so, bem co­mo a exis­tên­cia de or­ga­ni­za­ção cri­mi­no­sa no al­to es­ca­lão dos po­de­res Exe­cu­ti­vo e Le­gis­la­ti­vo do es­ta­do. A ope­ra­ção re­sul­tou na aber­tu­ra de mais de 50 inqué­ri­tos po­li­ci­ais.
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O Mi­nis­té­rio do De­sen­vol­vi­men­to So­ci­al (MDS) re­ti­rou 392 mil fa­mí­li­as da lis­ta de be­ne­fi­ciá­ri­os do Bol­sa Fa­mí­lia em abril, um mês an­tes de o pre­si­den­te Mi­chel Te­mer anun­ci­ar em ca­deia na­ci­o­nal de rá­dio e TV, nes­ta segunda-​feira (30/​abr), um re­a­jus­te de 5,66% pa­ra os va­lo­res do pro­gra­ma de trans­fe­rên­cia de ren­da (ve­ja o pro­nun­ci­a­men­to no ví­deo abai­xo). Se­gun­do o MDS, o des­li­ga­men­to de as­sis­ti­dos é nor­mal. As in­for­ma­ções fo­ram vei­cu­la­das pe­lo por­tal UOL des­ta terça-​feira (1º de maio).

Lu­la Marques/​AGPT


Desempenho do Bolsa Família na era Temer tem cenário maquiado pelo governo

De acor­do com a pas­ta, atu­al­men­te con­du­zi­da pe­lo mé­di­co Al­ber­to Bel­tra­me, o Bol­sa Fa­mí­lia con­tem­plou 13.772.904 fa­mí­li­as em abril. O va­lor mé­dio re­pas­sa­do aos gru­pos fa­mi­li­a­res foi de R$ 177,71, em um mon­tan­te to­tal de R$ 2,44 bi­lhões trans­fe­ri­do pe­lo go­ver­no fe­de­ral. No mês an­te­ri­or, in­for­ma o mi­nis­té­rio, o be­ne­fí­cio foi pa­go a 14.165.038 fa­mí­li­as.
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