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O pre­si­den­te do MDB e lí­der do par­ti­do na Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos, Ba­leia Ros­si (SP), dis­se ao Con­gres­so em Fo­co que os lí­de­res par­ti­dá­ri­os têm o ob­je­ti­vo de apro­var as re­for­mas tri­bu­tá­ri­as e ad­mi­nis­tra­ti­va no pri­mei­ro se­mes­tre na Câ­ma­ra e no Se­na­do.

Cleia Viana/​Agência Câ­ma­ra


Baleia Rossi, à direita de Rodrigo Maia, é autor da proposta favorita hoje para avançar na Câmara de reforma tributária

O eme­de­bis­ta é au­tor da pro­pos­ta de emen­da à Cons­ti­tui­ção que es­tá em tra­mi­ta­ção na Câ­ma­ra e de­fen­de que o tex­to uni­fi­ca­do das ca­sas le­gis­la­ti­vas e do go­ver­no co­me­ce a ser ana­li­sa­do pe­los de­pu­ta­dos e não pe­los se­na­do­res.

“A Cons­ti­tui­ção de­ter­mi­na que co­me­ça pe­la Câ­ma­ra [pro­je­tos de au­to­ria do Exe­cu­ti­vo]. Nos­sa me­ta é vo­tar no pri­mei­ro se­mes­tre pois é a mais im­por­tan­te das re­for­mas. É a que po­de des­tra­var a eco­no­mia ge­ran­do em­pre­gos e ren­da. Va­mos tra­ba­lhar pe­la apro­va­ção da tri­bu­tá­ria e da ad­mi­nis­tra­ti­va”, afir­mou.
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O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Fe­de­ral (MPF) em Bra­sí­lia pe­diu à Po­lí­cia Fe­de­ral (PF) a aber­tu­ra de inqué­ri­to cri­mi­nal pa­ra in­ves­ti­gar o che­fe da Se­cre­ta­ria de Co­mu­ni­ca­ção So­ci­al da Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca (Se­com), Fá­bio Wajn­gar­ten, por sus­pei­ta de cor­rup­ção pas­si­va, pe­cu­la­to e ad­vo­ca­cia ad­mi­nis­tra­ti­va.

Mar­cos Corrêa/​PR


Fábio Wajngarten durante a apresentação da 2ª Fase da Campanha Publicitária da Nova Previdência

As pe­nas pa­ra es­ses cri­mes va­ri­am de 2 a 12 anos de pri­são, além do pa­ga­men­to de mul­ta. Ca­so se­ja con­de­na­do no úl­ti­mo ca­so, a le­gis­la­ção pre­vê de­ten­ção de um mês a um ano. As in­for­ma­çõe são da Fo­lha de S.Paulo. O pe­di­do à PF foi pro­to­co­la­do nes­ta segunda-​feira (27) pe­lo pro­cu­ra­dor Fre­de­rick Lus­to­sa, da Pro­cu­ra­do­ria da Re­pú­bli­ca no Dis­tri­to Fe­de­ral, após o ór­gão re­ce­ber re­pre­sen­ta­ções de ci­da­dãos, pe­din­do a in­ves­ti­ga­ção.
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O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Fe­de­ral (MPF) aci­o­nou à Jus­ti­ça pa­ra pe­dir a sus­pen­são das ins­cri­ções no Sis­te­ma de Se­le­ção Uni­fi­ca­da (Si­su) por cau­sa dos er­ros co­me­ti­dos na di­vul­ga­ção das no­tas do Enem. O MPF tam­bém so­li­ci­tou que os ca­len­dá­ri­os do Pro­gra­ma Uni­ver­si­da­de Pa­ra To­dos (Prou­ni) e do Fi­nan­ci­a­men­to Es­tu­dan­til (Fi­es) se­jam al­te­ra­dos. As in­for­ma­ções fo­ram pu­bli­ca­das pe­la Fo­lha de S. Pau­lo.

Alan Santos/​PR


O Ministro da Educação, Abraham Weintraub

Em ação apre­sen­ta­da nes­ta sexta-​feira (24), o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co quer que o Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal de Es­tu­dos e Pes­qui­sas Edu­ca­ci­o­nais (Inep) re­a­li­za uma no­va con­fe­rên­cia das no­tas. Ca­so es­tas me­di­das se­jam des­cum­pri­das, o MPF su­ge­re mul­ta diá­ria de R$ 10 mi­lhões. A Procuradoria-​Geral Fe­de­ral (PGF) atua em 18 pro­ces­sos com re­la­ção ao ca­so.
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O go­ver­no ale­mão des­car­tou a li­be­ra­ção de ver­bas pa­ra a flo­res­ta Amazô­nia sus­pen­sa em agos­to do ano pas­sa­do. A ne­ga­ti­va de Ber­lim foi anun­ci­a­da nes­te sá­ba­do (25), pe­la agên­cia de no­tí­ci­as ale­mã DPA, após o pre­si­den­te em exer­cí­cio, ge­ne­ral Ha­mil­ton Mou­rão, afir­mar que acei­ta di­nhei­ro de paí­ses ri­cos pa­ra a pre­ser­va­ção do bi­o­ma. As in­for­ma­ções são da Deuts­che Wel­le.

Re­pro­du­ção


Queimada na floresta Amazônica

A pos­si­bi­li­da­de foi re­jei­ta­da por um porta-​voz da mi­nis­tra ale­mã do Meio Am­bi­en­te, Sven­ja Schul­ze. Ele afir­mou que os re­pas­ses con­ti­nu­am con­ge­la­dos e, pa­ra que se­jam re­to­ma­dos, é ne­ces­sá­rio “que de­sen­vol­va­mos uma per­cep­ção co­mum so­bre o que é ne­ces­sá­rio nas áre­as de pro­te­ção cli­má­ti­ca e de bi­o­di­ver­si­da­de”. Es­se con­sen­so, no en­tan­to, es­tá lon­ge nes­te mo­men­to, se­gun­do o go­ver­no ale­mão.
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Após os ca­sos de in­fec­ções e mor­tes pe­la do­en­ça res­pi­ra­tó­ria cau­sa­da pe­lo no­vo Co­ro­na­ví­rus, na Chi­na, o Mi­nis­té­rio da Saú­de ins­ta­lou, nes­ta quarta-​feira (22/​01), o Cen­tro de Ope­ra­ções de Emer­gên­cia (COE) - Co­ro­na­ví­rus, que tem co­mo ob­je­ti­vo ins­truir a re­de pú­bli­ca de saú­de bra­si­lei­ra pa­ra o aten­di­men­to de pos­sí­veis ca­sos no país. O aler­ta ver­me­lho se acen­deu após a Se­cre­ta­ria de Saú­de de Mi­nas Ge­rais anun­ci­ar um ca­so sus­pei­to do ví­rus no es­ta­do. O Mi­nis­té­rio, por sua vez, ne­ga que se tra­te da do­en­ça que já ma­tou 17 pes­so­as Chi­na.

Luís Oliveira/​Ministério da Saú­de


O Ministério da Saúde realizou, nesta quinta-feira (23), em Brasília, coletiva técnica de imprensa para esclarecer dúvidas sobre o Coronavírus

Além do Mi­nis­té­rio da Saú­de, com­põem o no­vo Cen­tro: a Or­ga­ni­za­ção Pan-​Americana da Saú­de (OPAS/​OMS), a Agên­cia Na­ci­o­nal de Vi­gi­lân­cia Sa­ni­tá­ria (An­vi­sa), o Ins­ti­tu­to Evan­dro Cha­gas (IEC), téc­ni­cos es­pe­ci­a­li­za­dos em res­pos­ta às emer­gên­ci­as de saú­de pú­bli­ca e ou­tros ór­gãos.
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A Se­cre­ta­ria da Saú­de de Mi­nas Ge­rais anun­ci­ou um ca­so sus­pei­to de co­ro­na­ví­rus. Na úl­ti­ma ter­ça (21) uma pa­ci­en­te de 35 anos foi in­ter­na­da na UPA Cen­tro Sul de Be­lo Ho­ri­zon­te. Ela es­te­ve em Shan­gai e che­gou em BH no dia 18 com sin­to­mas res­pi­ra­tó­ri­os com­pa­tí­veis com a do­en­ça. A pre­sen­ça do ví­rus sur­giu em de­zem­bro na ci­da­de chi­ne­sa de Wuhan e já ma­tou 17 pes­so­as.

Pi­xa­bay


Imagem ilustrativa de vírus

O ca­so foi no­ti­fi­ca­do co­mo sus­pei­to pe­la se­cre­ta­ria es­ta­du­al. O ór­gão le­vou em con­ta o “con­tex­to epi­de­mi­o­ló­gi­co atu­al do país on­de a pa­ci­en­te es­te­ve, foi con­si­de­ra­da a hi­pó­te­se de do­en­ça cau­sa­da pe­lo no­vo Co­ro­na­ví­rus, que é mi­cro­or­ga­nis­mo de aler­ta sa­ni­tá­rio in­ter­na­ci­o­nal, con­si­de­ran­do o po­ten­ci­al pan­dê­mi­co com al­to ris­co à vi­da e im­pac­to as­sis­ten­ci­al”.
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O Bra­sil caiu uma po­si­ção no ran­king de per­cep­ção de cor­rup­ção ela­bo­ra­do pe­la Trans­pa­rên­cia In­ter­na­ci­o­nal, re­pe­tin­do sua pi­or no­ta, em 2019. As in­for­ma­ções fo­ram di­vul­ga­das pe­la or­ga­ni­za­ção não go­ver­na­men­tal (ONG) na ma­dru­ga­da des­ta quinta-​feira (23).

Reprodução/​Congresso em Fo­co

Pro­du­zi­do des­de 1995, o Ín­di­ce de Per­cep­ção da Cor­rup­ção (IPC) ava­lia 180 paí­ses e ter­ri­tó­ri­os e os ava­lia em uma es­ca­la na qual 0 o país é per­ce­bi­do co­mo al­ta­men­te cor­rup­to e 100 sig­ni­fi­ca que o país é per­ce­bi­do co­mo mui­to ín­te­gro.
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O are­na­ví­rus, que cau­sa a fe­bre he­mor­rá­gi­ca, vi­ti­mou um ho­mem em São Pau­lo. A do­en­ça ha­via si­do er­ra­di­ca­da há 20 anos e seu re­a­pa­re­ci­men­to cau­sou es­pan­to en­tre a po­pu­la­ção. O Mi­nis­té­rio da Saú­de (MS) dis­se em en­tre­vis­ta à im­pren­sa nes­ta terça-​feira (21) que a mai­or pre­o­cu­pa­ção tem si­do com os pro­fis­si­o­nais de saú­de que ti­ve­ram con­ta­to di­re­to com a ví­ti­ma, um mo­ra­dor de So­ro­ca­ba, no in­te­ri­or do es­ta­do. “Nes­te mo­men­to, não exis­te pre­o­cu­pa­ção de trans­mis­são à po­pu­la­ção ge­ral. A gen­te sa­be que is­so é uma trans­mis­são even­tu­al”, dis­se Jú­lio Cro­da, se­cre­tá­rio subs­ti­tu­to da Se­cre­ta­ria de Vi­gi­lân­cia Sa­ni­tá­ria do Mi­nis­té­rio da Saú­de.

Wil­son Dias/​Agência Bra­sil


O diretor do departamento de vigilância das doenças transmissíveis do ministério da saúde, Júlio Croda, fala sobre o arenavírus, durante coletiva à imprensa

“O ris­co mai­or de ad­qui­rir a in­fec­ção é a pes­soa en­trar em con­ta­to com al­gu­ma se­cre­ção do pa­ci­en­te. Nos­so mo­ni­to­ra­men­to es­tá sen­do re­a­li­za­do nos pro­fis­si­o­nais de saú­de e seus fa­mi­li­a­res. Por en­quan­to ne­nhum con­tac­tan­te apre­sen­tou sin­to­mas”. Cer­ca de 100 a 150 pes­so­as se en­qua­dram nes­se per­fil. Ca­so a si­tu­a­ção não se al­te­re, o mo­ni­to­ra­men­to se­rá en­cer­ra­do dia 3 de fe­ve­rei­ro, 21 di­as após seu iní­cio. O pa­ci­en­te, cu­ja iden­ti­da­de foi man­ti­da em si­gi­lo, fa­le­ceu 12 di­as após a in­ter­na­ção, ocor­ri­da em 30 de de­zem­bro.
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O re­a­jus­te do sa­lá­rio mí­ni­mo, que ele­vou o va­lor pre­vis­to de R$ 1.039 pa­ra R$ 1.045, vai le­var o mi­nis­té­rio da Eco­no­mia a cor­tar gas­tos com des­pe­sas não obri­ga­tó­ri­as, co­mo in­ves­ti­men­to e cus­teio da má­qui­na pú­bli­ca, de acor­do com fon­tes do go­ver­no.

Reprodução/​Congresso em Fo­co

A di­fe­ren­ça de va­lor ocor­reu por­que a in­fla­ção re­al foi mai­or que a pre­vis­ta e te­rá um im­pac­to de R$ 2,13 bi­lhões nas con­tas pú­bli­cas – pa­ra ca­da R$ 1 a mais no pi­so, o go­ver­no tem que gas­tar R$ 355 mi­lhões, uma vez que ou­tros be­ne­fí­ci­os são in­de­xa­dos ao sa­lá­rio mí­ni­mo.
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Des­de a se­gun­da quin­ze­na de de­zem­bro, o mi­nis­té­rio tem re­ce­bi­do re­la­tos de tra­ba­lha­do­res que fi­ze­ram o sa­que ime­di­a­to (de até R$ 998 por con­ta ati­va e ina­ti­va) do Fun­do de Ga­ran­tia do Tem­po de Ser­vi­ço (FGTS) após te­rem si­do dis­pen­sa­dos e fi­ca­ram com a li­be­ra­ção do seguro-​desemprego tra­va­da.

Pi­xa­bay

Pe­lo pro­ce­di­men­to tra­di­ci­o­nal, o be­ne­fí­cio só é au­to­ma­ti­ca­men­te li­be­ra­do quan­do o re­gis­tro mais re­cen­te nas ba­ses de da­dos do FGTS in­di­ca de­mis­são sem jus­ta cau­sa. A con­sul­ta é fei­ta pa­ra evi­tar frau­des e as­se­gu­rar se o em­pre­ga­do dis­pen­sa­do re­al­men­te po­de re­ce­ber o be­ne­fí­cio. Si­tu­a­ções co­mo de­mis­são por jus­ta cau­sa ou fim de con­tra­to tem­po­rá­rio não dão di­rei­to ao se­gu­ro.
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