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O senador Renan Calheiros (MDB-AL) atacou nesta terça-feira (15) o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava em Curitiba. “Deltan Dallagnol continua a proferir palavras débeis, vazia, a julgar sem isenção e com interesse político, como um ser possuído”, escreveu o pré-candidato à presidência do Senado.

Geraldo Magella/Agência Senado


Coordenador da Lava Jato considera que voto secreto favorece Renan e prejudica o combate à corrupção

Desafeto de Renan, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot ironizou a postagem do emedebista, alvo de 13 investigações no Supremo, a maior parte delas relacionada à própria Lava Jato. “Só rindo mesmo e alto! Piadista essa pessoa”, reagiu Janot ao comentário.
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Após o presidente Jair Bolsonaro ter assinado, no final da manhã desta terça-feira (15), um decreto que facilita a posse de armas no Brasil, a chamada bancada da bala no Congresso já projeta uma liberação mais ampla no país. Os deputados querem discutir e aprovar um projeto que mude o Estatuto do Desarmamento, que não foi alvo do decreto de Bolsonaro, para facilitar não apenas a posse (direito de ter a arma em casa) mas também o porte (o direito a carregar a arma consigo), entre outras alterações. Para integrantes da frente parlamentar ouvidos pelo Congresso em Foco, as regras definidas por Bolsonaro para a posse ainda são brandas e podem ser aprofundadas pelo Parlamento.

Alex Ferreira/Câmara dos Deputados


Capitão Augusto, líder da bancada da bala: facilitar porte de armas está na mira do novo Congresso

No ano passado a bancada já trabalhava pela aprovação de um projeto de lei (PL 3722/12) do deputado Peninha (MDB-SC) que reduz a 21 anos a idade mínima necessária para a posse (o decreto de Bolsonaro manteve os 25 anos) e estabelece que os interessados na compra podem responder a inquérito, o que não é permitido. Esse texto já está pronto para ser votado em plenário. No entanto, o líder da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), acha que será possível aprovar em 2019 um projeto ainda mais completo, segundo ele, devido ao perfil mais conservador do novo Congresso.
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Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro como líder do governo na Câmara, que fez o anúncio pelo Twitter no início da noite dessa segunda-feira (14), o deputado eleito Major Vitor Hugo (PSL-GO) nunca teve um mandato eletivo. Em entrevista ao Congresso em Foco, o futuro parlamentar conta que foi levado ao cargo por escassez de veteranos na legenda: como Bolsonaro descartou nomear alguém de fora do PSL e os poucos parlamentares experientes do partido não queriam ou podiam assumir a função, pesou a favor do militar da reserva sua experiência de quatro anos como consultor legislativo de Defesa Nacional e Segurança Pública.

Reprodução/Twitter


Bolsonaro apoiou a candidatura de Major Vitor Hugo. Os dois se conheceram na Câmara, onde o futuro líder trabalhava como consultor

Aos 41 anos, o baiano Major Vitor Hugo entrou para o Exército aos 16, tem várias especializações na área militar e se formou em Direito pouco antes de passar no concurso para a Câmara. Em 2018, com orientação e suporte de Bolsonaro que gravou vídeos de apoio ao então candidato, ele fez uma campanha modesta (gastou R$ 94,9 mil) e ficou com a última das 17 vagas para a bancada de Goiás, com 31 mil votos.

O novo líder do governo afirma que marcará, a partir de hoje, conversas com ministros e com todos os líderes de partido, “inclusive os da oposição”, e confia que será possível aprovar medidas, como a reforma da Previdência, com menos dificuldade do que se imagina.
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O gabinete de Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados atestou, durante quase dois anos, que a ex-assessora parlamentar Nathália Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, cumpria 40 horas semanais durante o período em que trabalhou para o então deputado federal.

Agência Brasil


Gabinete de Bolsonaro na Câmara não registrou nenhuma falta ou licença de Nathalia Queiroz. Ela trabalhava como personal trainer no Rio de Janeiro durante o período em que era assessora

A confirmação foi obtida pela rádio CBN por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). No fim do ano passado, diversas reportagens mostraram que Nathália, na época em que era lotada no gabinete de Bolsonaro em Brasília, atuava como personal trainer no Rio de Janeiro em horário comercial. Nathália apagou sua conta no Instagram, onde registrava fotos e vídeos com seus alunos – entre eles atrizes famosas – em praias e academias.
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O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) tem gerado polêmica desde a sua instituição pela Medida Provisória (MP) 870/19, assinada no primeiro dia do governo Bolsonaro. A MP não mencionava diretamente os direitos LGBT como atribuição da pasta, provocando críticas e suscitando temores na comunidade. Além da ministra, pastora evangélica, a maioria das oito secretarias é dirigida por católicos ou evangélicos ativistas, comprometidos com movimentos que pregam valores religiosos.

Valter Campanato/Agência Brasil


Ministra se envolveu diversas polêmicas por causa de suas declarações

A Pública, porém, apurou que até o momento não houve mudanças na equipe de nove pessoas que fazem parte da Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – principal grupo de defesa LGBT dentro do governo federal. Transferida para a Secretaria de Proteção Global, a equipe é liderada por Marina Reidel, primeira mulher trans à frente de uma diretoria ministerial. Segundo o MDH, ela será mantida no cargo.
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O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília pediu à Justiça Federal a condenação de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Michel Temer (MDB). Ele ficou conhecido como “homem da mala” ao ser flagrado pela Polícia Federal (PF), em vídeo, correndo com uma mala contendo R$ 500 mil.

EBC


Rocha Loures foi flagrado pela PF correndo com uma mala de dinheiro em São Paulo

Segundo o portal G1, o MP pede a condenação de Loures, apontando que o ex-assessor e ex-deputado “agiu com vontade livre e consciente” ao receber vantagem indevida para Temer. Rocha Loures é réu por corrupção passiva desde dezembro de 2017. Ele foi flagrado, em maio daquele ano, carregando uma mala com R$ 500 mil em espécie. A ação foi coordenada na investigação a partir da delação premiada dos executivos da J&F, controladora da JBS. Loures chegou a ser preso em 2017.
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Em vídeo que circula pela internet, o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) aparece dançando no hospital, em meio a gargalhadas, ao lado de uma filha e da mulher. “Agora é vídeo, pai!”, diz a jovem. “Pega teu amigo, pega teu amigo!”, prossegue. No início, ele repete o sinal com o polegar e o indicador feito pelo presidente Jair Bolsonaro em referência a uma arma.

Reprodução/Youtube

Queiroz atribuiu suas faltas a problemas de saúde e alega que não há nada de irregular nas movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Coaf

Queiroz, suas duas filhas e a esposa faltaram aos depoimentos marcados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para esclarecer a movimentação financeira de R$ 1,2 milhão no período de um ano, considerada atípica pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). As faltas foram atribuídas aos problemas de saúde dele.

As imagens do vídeo em nada lembram a foto divulgada por Queiroz esta semana, em que ele aparece prostrado na cama no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, um dos mais caros do país.
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O presidente Jair Bolsonaro defendeu neste sábado (12) a aprovação de um projeto de lei em tramitação no Senado que endurece a lei antiterrorismo sancionada com vetos pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2016. A proposta enfrenta a oposição de partidos de esquerda e de movimentos sociais, que alegam que as mudanças coíbem o direito à livre manifestação.

José Cruz/Agência Brasil


Loja de revenda de motocicletas foi atacada na madrugada da última segunda-feira (7) em Fortaleza

Bolsonaro retomou ao assunto, que já havia abordado durante a campanha eleitoral, ao comentar a onda de ataques criminosos que apavora o Ceará desde o início do ano. “Ao criminoso não interessa o partido desse ou daquele governador. Hoje ele age no Ceará, amanhã em SP, RS ou GO. Suas ações, como incendiar, explodir… bens públicos ou privados, devem ser tipificados como TERRORISMO. O PLS 272/2016 do Sen Lasier Martins é louvável”, escreveu o presidente no Twitter.
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O Psol anunciou, no início da tarde desta quinta-feira (10) que entrará com uma representação contra a nomeação de Antônio Rossell Mourão, filho do vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), a assessor especial da presidência do Banco do Brasil.

Reprodução


Um dia depois da posse do novo presidente do BB, filho de Hamilton Mourão foi nomeado assessor da presidência do banco

Em nota, o presidente do Psol, Juliano Medeiros, afirma que a nomeação fere princípios que devem orientar a administração pública e deveria ser revogada. A promoção do filho de Mourão veio à público na última terça-feira (8). Como novo assessor especial de Rubem Novaes, presidente do banco, o salário do filho do vice-presidente triplicará.
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O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e senador eleito pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), não compareceu ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Ele era esperado na tarde desta quinta-feira (10) para prestar esclarecimentos sobre a movimentação financeira atípica de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz.

Reprodução/Instagram/BBC News Brasil


Flavio Bolsonaro disse que não pode “ser responsabilizado por atos de terceiros”

Flávio publicou uma nota em suas redes sociais, afirmando que ainda não teve acesso aos autos e que se compromete a agendar dia e hora para apresentar esclarecimentos. Flávio Bolsonaro tem prerrogativa parlamentar e não era obrigado a comparecer para prestar esclarecimentos.
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