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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reiterou nesta segunda-feira (16) no Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de abertura de ação penal contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em um dos inquéritos resultantes da delação do empresário Joesley Batista, do grupo J&F. Se o pedido for aceito, o senador e mais três pessoas se tornarão réus no processo.

Reprodução/PSDB


A Primeira Turma do STF julgará a denúncia como o peessedebista nesta terça-feira

O julgamento sobre o recebimento da denúncia pela Primeira Turma do STF está marcado para amanhã (terça-feira, 17). Também são alvos da mesma denúncia a irmã do senador, Andrea Neves, o primo dele, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), flagrado com dinheiro vivo. Todos foram acusados de corrupção passiva.
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A mudança no controle de seis estados por causa do calendário eleitoral redesenhou o mapa do poder. Com o fim do prazo para que chefes do Executivo renunciem ao mandato para concorrer a outros cargos, no último dia 7, dois partidos ampliaram suas fronteiras: o PP, que herdou o Paraná, e o PSB, que ganhou São Paulo e Rondônia. Já o PSDB, com duas baixas, inclusive o maior colégio eleitoral do país, e o MDB, com uma, encolheram.

Governo de SP


Márcio França, do PSB, na solenidade em que foi empossado governador de São Paulo

A paranaense Cida Borghetti e o paulista Márcio França assumiram o comando estadual graças à saída dos tucanos Beto Richa e Geraldo Alckmin, pré-candidatos ao Senado e à Presidência, respectivamente. Os novos titulares são candidatos à reeleição. Embora não tenha herdado qualquer governo, o PSDB preservou Goiás, mesmo com a saída de Marconi Perillo, já que o seu vice e candidato à sucessão, José Eliton, também é do partido.
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Na primeira pesquisa eleitoral feita após sua prisão, o ex-presidente Lula lidera a disputa presidencial, segundo nova rodada do Instituto Datafolha. O levantamento mostra que caiu, de 37%, em janeiro, para 31%, a intenção de votos no petista. No cenário em que ele é excluído da pesquisa, o pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL) perde fôlego e se vê em empate técnico com Marina Silva (Rede). Os números foram divulgados neste domingo (15) pelo jornal Folha de S.Paulo.

Reprodução/Congresso em Foco


Lula, Bolsonaro e Marina ainda aparecem à frente na preferência dos eleitores, segundo o Datafolha

O Datafolha ouviu 4.194 eleitores em 227 municípios entre quarta (11) e sexta-feira (13). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima e para baixo. Como os cenários pesquisados são diferentes dos analisados em janeiro, não é possível comparar diretamente os dois levantamentos. O levantamento também indica que aumentou a desconfiança do eleitorado sobre a viabilidade da candidatura de Lula e segue indefinida a disputa pelo espólio eleitoral do ex-presidente.
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A prisão do ex-presidente Lula foi justa e o petista não vai disputar a eleição presidencial deste ano, considera a maioria das pessoas ouvidas na última pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (15) pela Folha de S.Paulo. Os entrevistados, no entanto, se dividem quando questionados se Lula deveria concorrer à eleição ou ser impedido de fazer campanha à Presidência.

Ricardo Stuckert/Instituto Lula


Entrevistados se dividem quando perguntados se Lula deveria ou não participar da eleição presidencial

De acordo com o levantamento, 54% das pessoas veem a prisão de Lula como justa, contra 40% que consideram o contrário. Os 6% restantes não opinaram. De janeiro para abril, após a prisão do petista, disparou o percentual de eleitores que acreditam que o ex-presidente não poderá concorrer este ano devido à Lei da Ficha Limpa.
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Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou há pouco o pedido de habeas corpus feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, já condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em decorrência da Operação Lava Jato. A sentença foi formalizada em junho do ano passado pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba (PR). Ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, Palocci foi preso durante a 35ª fase da operação deflagrada em 26 de setembro de 2016.

Carlos Moura/STF


Voto de Fachin (à esq.), relator do pedido, preponderou na sessão plenária

A decisão havia sido suspensa ontem (quarta, 11), quando a maioria do plenário resolveu não acatar, por provocação da defesa, o habeas corpus protocolado pela defesa de Palocci. Ato contínuo, o ministro Edson Fachin, relator do caso, pôs em pauta uma questão preliminar sobre a pertinência do pedido de liberdade por meio de decisão de ofício (de iniciativa própria da Corte). Retomado o julgamento, que levou pouco menos de três horas, o ex-ministro teve derrotada sua demanda e continuará preso.
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Em entrevista transmitida ao vivo pelas redes sociais do Congresso em Foco, na manhã desta quinta-feira (12), o pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, senador Alvaro Dias (PR), destacou a importância do debate promovido pelo Congresso em Foco. “Essa será a eleição mais importante desde a redemocratização. Nesse sentido, a mídia deve contrubiur para que a escolha [do futuro presidente] seja a mais adequada. Se a escolha for infeliz, o Brasil vai continuar sangrando indefinidamente, e nós não sabemos qual vai ser a consequência disso. O momento é grave, e exige responsabilidade pública”, completou.

Reprodução/Congresso em Foco


O pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, Álvaro Dias durante entrevista concedida à Congresso em Foco

– Ao final da transmissão ao vivo, o fundador do Congresso em Foco, Sylvio Costa, destacou o apoio da repórter Isabella Macêdo, agradeceu a presença do senador Alvaro Dias e destacou que o site pretende dar continuidade ao Encontro com os Presidenciáveis, série de entrevistas que serão feitas com os pré-candidatos.

– Perguntado pelo jornalista Sylvio Costa sobre como avalia o grande congestionamento de candidaturas à Presidência da República, sendo que nenhuma delas aparece na ponta das pesquisas, o senador considerou que os resultados ainda são prematuros. “O jogo não começou, então pesquisas não valem nada. Em relação à intenção de votos, é prematuro considerar isso como válido para uma análise política consistente”, disse Alvaro Dias. Ele considerou que quando se analisa intenção de votos, as pesquisas procuram esconder a rejeição do candidato, como no caso do ex-presidente Lula. “Há um equívoco de interpretação. Em relação à extrema-direita, o candidato está há 3 anos em campanha, então ele construiu uma visibilidade”, analisou, referindo-se ao deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PSL.
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A Câmara dos Deputados concluiu nesta noite a votação do projeto de lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Os deputados aprovaram uma emenda que solicitava a alteração do texto-base da proposta e rejeitaram os demais destaques. A matéria segue agora para apreciação do Senado.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados


Maia comanda em plenário aprovação do projeto, que compõe pacote de segurança pública

Mais cedo, os parlamentares, por ampla maioria, aprovaram o texto principal da matéria, que tem como objetivo tornar mais eficaz e integrada a atuação dos órgãos policiais, compartilhando informações com o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Após a primeira análise, foram rejeitadas emendas apresentadas pela oposição, dentre elas a que buscava aumentar o controle social em casos de uso excessivo da força.
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A investigação que envolve o ex-governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) foi remetida à Justiça Eleitoral de São Paulo nesta quarta-feira (11). A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi atendeu requerimento do procurador encarregado de oficiar junto ao STJ, instância da Justiça em que os governadores detêm foro privilegiado. A decisão faz com que Alckmin escape das investigações da Operação Lava Jato em São Paulo. Os procuradores da força-tarefa em São Paulo pediram acesso às investigações conduzidas no âmbito do STJ.

Marcelo Camargo/Agência Brasil


O inquérito aberto contra Alckmin foi encaminhado para a Justiça Eleitoral

O inquérito, que corre em segredo de Justiça, foi aberto no STJ em novembro do ano passado, uma vez que o tucano, como governador, tinha foro privilegiado. Alckmin foi citado por delatores da Odebrecht que afirmaram ter repassado doações da ordem de R$ 10 milhões, via caixa dois, nas eleições de 2010 e 2014.
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A arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer, pagou em dinheiro vivo despesas de reforma na casa de uma das filhas do presidente, segundo relato de um dos fornecedores da obra à Folha de S.Paulo. A Polícia Federal investiga a obra no imóvel da psicóloga Maristela Temer sob a suspeita de que tenha sido bancada com propinas da JBS.

Beto Barata/PR


Temer tem relação de quase meio século de amizade com coronel, suspeito de ser seu operador em negócios e arrecadação de propinas

O coronel e a arquiteta foram alvo da Operação Skala, deflagrada em 29 de março, que apura esquema de corrupção para beneficiar empresas do setor portuário com a renovação de concessões públicas. João Batista Lima passou três dias preso enquanto Maria Rita foi chamada a depor. Ambos preferiram ficar em silêncio.
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A força-tarefa da Lava Jato pediu ao vice-procurador da República Luciano Mariz Maia para investigar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo. No pedido, nove procuradores alegam que Alckmin, que deixou o cargo na última sexta-feira (6) para disputar a Presidência, perdeu a prerrogativa de ser julgado apenas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro especial dos governadores.

Marcelo Camargo/ABr


Alckmin diz que jamais recebeu recursos ilícitos

Alckmin é investigado pela suspeita de ter recebido R$ 10,7 milhões da Odebrecht, conforme delação premiada de três executivos do grupo, em 2010 e 2014. Segundo os delatores, parte do dinheiro foi entregue ao empresário Ademar César Ribeiro, cunhado do presidenciável. Alckmin nega ter recebido qualquer recurso de origem ilícita.
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